domingo, 4 de setembro de 2016
Leonard Cohen ~ You Got Me Singing
Eu não me pertenço nem quero, basta-me a minha individualidade e essa já me dá imenso que fazer.
A alegria e a partilha fazem parte desse mesmo "pacote" não são pertença de ninguém em particular e por isso desejo uma semana plena de alegria e sorrisos a todos.
sábado, 3 de setembro de 2016
Jamie Cullum - Pointless nostalgic
Desejo a todos, no mínimo, um excelente fim-de-semana, pois se assim não for é para devolver.
Um abraço e um enorme sorriso para todos.
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
FOLI (there is no movement without rhythm) original version by Thomas Ro...
A vida têm um ritmo constante e na verdade tudo é ritmo.
Este exemplo que vos trago é uma master piece.
Adorei e seria impossível não partilhar.
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Joss Stone - Here Comes The Rain Again - Amazing Live Performance (FULL HD)
Mas há sempre o Sol que brilha em nós e assim a coisa fica mais ou menos equilibrada
sábado, 20 de agosto de 2016
Tudo em nome da democracia ou o que lhe queiram chamar.
E são todos seres humanos, agora imaginem que não eram, ou
será que não são mesmo?
Tortura, condições desumanas, mortes em massa nas prisões
sírias, segundo o testemunho de sobreviventes, falamos de mais de 300 mortes
por mês, uma média de 10 pessoas mortas por dia, desde 2011.
Chegados às prisões, são recebidos com um ritual de “festa
de boas-vindas”, que envolve espancamentos com barras de metal ou cabos eléctricos
e outros acessórios que prefiro não revelar e de seguida dando continuidade ao
“ritual de boas-vindas passam às “verificações de segurança” traduzindo são nem
mais nem menos que ataques sexuais contra mulheres.
Segue-se um conjunto de perguntas, os tais interrogatórios,
coisa simples que tem a ver com a inserção e adaptação ao meio, momentos que
são literalmente tortura implacável e cujos métodos são designados por dulab
(forçar as vítimas a caber num pneu), falaqa (castigo infligido nas solas dos
pés) ou shabeh (corpo suspenso pelos pulsos) usam também os tradicionais
choques eléctricos, as violações, e arrancam-lhes as unhas dos pés e/ ou das
mãos. e é-lhes negado acesso a
tratamento médico, condições de higiene ou mesmo comida e água. De facto depois
de responder a esta série de questões com estes métodos que é que está em
condições de ser assistido clinicamente, para quê os cuidados médicos (?!?!?!?).
Assim e após a resposta às questões colocadas e com a ajuda
dos métodos anteriormente descritos, estão prontos para a inserção, deve ser um
método muito eficaz, pois isto continua dia-a-dia sem cessar.
É chocante por ser algo que é novo, na data da publicação é
certo.
É urgente, diria mesmo prioritário reclassificar a espécie a que pertenço
Fausto em pedaços.
Madeleine Peyroux Half The Perfect World
Como não sou propriamente adepto das coisas pela metade vou procurar a outra parte e voltarei em modo full fill.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Bach Double Violin Concerto - Yehudi Menuhin And David Oistrakh (sound HQ)
Nada como um concerto para dois violino em Lá Menor de JSBach para me sentir completo.
Já ouvi outras interpretações desta magnífica peça mas esta está entre a excelência e a perfeição.
Como a vida de faz de horas, dias e anos hoje tive assim uma hora daquelas.
A quem interessar.
O empresário, o capital humano e a liderança.
Este artigo não visa os extraordinários empresários e verdadeiros líderes e
homens que verdadeiramente contribuem para o engrandecimento de Portugal e
dignificam com a sua liderança o capital humano que detém nas suas empresas e
dele retiram valor acrescentado. Para esta classe de empresários a minha
gratidão em nome dos Portugueses em geral e dos seus empregados em particular.
Um grande bem-haja.
Mas, e há sempre um mas, infelizmente existem muitos empresários, quiçá
talvez em excesso que não são nem uma coisa nem a outra acima referida, isto é nem
empresários e muito menos líderes, e o artigo que se segue é-lhes dedicado em
particular, é que hoje estou particularmente incomodado.
Quem não gostar sugiro que lhe acrescente ingredientes a gosto e contribua
para que eu mude de opinião.
Em Portugal no que a empresas diz respeito, e tendo por base que em
princípio são o reflexo dos valores dos empresários que as criam, é deveras
encantadora e de tal forma enternecedora a análise que faço que me lembram
muitas vezes Saint Exupéry.
O cuidado especial na escolha do capital humano, arrancando as ervas
daninhas e a inteligência emocional, destruindo-o portanto.
A vaidade, legítima claro, simultaneamente construída sobre um monte de
falácias fazendo crer que as suas características e condições são únicas e
ímpares havendo um fundo de verdade mas pelo lado negativo.
Olham para as suas empresas como um Rei, alguns embriagados pela vaidade
outros por negócios que entendem os melhores e os que devem ser feitos, mas
ruinosos em toda a extensão pela forma e conteúdo arrastando consigo o capital
humano a quem em última análise há-de ser assacada a responsabilidade.
Imaginam as suas empresas como se fossem um planeta onde os que os rodeiam,
só respiram quando abrem a boca, pensam eles.
Consideram as suas empresas numa tal dimensão de enquadramento económico e
financeiro que o capital humano, a que me referi como substantivo, passa a um
conjunto de pequenos planetas que nem órbitas têm, pensam eles e chegando mesmo
a ter o epíteto de incompetentes, não se faz pão sem farinha.
A verdade é se encontram na maior parte das vezes como se estivessem num
deserto a falar com a serpente, isto é sozinhos, pois para o tal capital humano
apenas resta o cinismo e o veneno da relação que estabelecem com os seus
funcionários, tendo sempre por perto a tal da raposa, que não lhe ensina a
cativar nem a criar laços mas sim a menorizar e extrair tudo o que bom o tal
capital humano poderia acrescentar de valor e é neste exacto momento que o
problema de alguns empresários começa quando a flor que viram crescer, porque a
viram nascer, crescer, e a regaram com generosidade e liderança participativa, começa
a definhar e aí sentem-se enganados pela flor (leia-se o capital humano) por
ele escolhido, momento crítico e desastroso em que a colisão é inevitável,
entre o conhecimento e a competência.
Sabemos que conhecimento e competência são interdependentes mas uma tem que
dar lugar por consequência à outra e isso por uma certa ordem e não porque
apenas detendo o poder se decide como.
A tristeza que me assola, neste exercício de raciocínio, resulta no facto
de pensar nos milhares de funcionários que estão nas mãos destes incompetentes
e a quem lhes é destruída a capacidade, abnegação, valor, e dignidade, entrega
e que vêem hipotecado um futuro profissional e pessoal.
O maior pecado e melhor caminho para o fim de uma empresa, destruir o
capital humano.
Podia e até me apetecia falar sobre as empresas de diferentes segmentos e
áreas o sobre o seu real valor, expor o meu juízo de valor, não o faço.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Shura - Touch
O beijo
O dia do beijo passou assim como que por entre os
"pingos" da chuva desta Primavera em tudo estranha mas presente com o
que têm para nos entregar, e tudo isso é vida, até o beijo.
"pingos" da chuva desta Primavera em tudo estranha mas presente com o
que têm para nos entregar, e tudo isso é vida, até o beijo.
Entre os dias que vivemos e a forma como os vamos interiorizando e o que deles vamos retirando como aprendizagem vêm-sempre à ideia um texto de Jean-Jacques
Rousseau.
É tão coerente, tão presente, tão assertivo e verdade que causa causa desconforto, mas é...
A desigualdade
(...) O homem selvagem, quando acabou de comer, está em paz
com toda a natureza, e é amigo de todos os seus semelhantes. Se, algumas vezes,
tem de disputar o seu alimento, não chega nunca ao extremo sem ter antes
comparado a dificuldade de vencer com a de encontrar noutro lugar a sua
subsistência; e, como o orgulho não se mistura ao combate, ele termina por
alguns socos. O vencedor come e o vencido vai procurar fortuna noutra parte, e
tudo está pacificado. Mas, no homem da sociedade, é tudo bem diferente; trata-se,
primeiramente, de prover ao necessário, depois, ao supérfluo. Em seguida, vêm
as delícias, depois as imensas riquezas, e depois súbditos e escravos. Não há
um momento de descanso. O que há de mais original é que, quanto menos as
necessidades são naturais e prementes, tanto mais as paixões aumentam, e o que
é pior, o poder de as satisfazer. De sorte que, após longas prosperidades,
depois de haver devorado muitos tesouros e desolado muitos homens, o meu herói
acabará por tudo arruinar, até que seja o único senhor do universo. Tal é,
abreviadamente, o quadro moral, senão da vida humana, pelo menos das pretensões
secretas do coração de todo homem civilizado.
Comparai, sem preconceitos, o estado do homem civilizado com
o do homem selvagem, e investigai, se o puderdes, como além da sua maldade, das
suas necessidades e das suas misérias, o primeiro abriu novas portas à miséria
e à morte. Se considerardes os sofrimentos do espírito que nos consomem, as
paixões violentas que nos esgotam e nos desolam, os trabalhos excessivos de que
os pobres estão sobrecarregados, a moleza ainda mais perigosa à qual os ricos
se abandonam, uns morrendo de necessidades e outros de excessos; se pensardes
nas monstruosas misturas de alimentos, na sua perniciosa condimentação, nos
alimentos corrompidos, nas drogas falsificadas, nas velhacarias dos que as
vendem, nos erros daqueles que as administram, no veneno do vasilhame no qual
são preparadas; se prestardes atenção nas moléstias epidémicas oriundas da
falta de ar entre multidões de seres humanos reunidos, nas que ocasionam a
nossa maneira delicada do viver, as passagens alternadas das nossas casas para
o ar livre, o uso de roupas vestidas ou despidas sem precauções, e todos os
cuidados que a nossa sensualidade excessiva transformou em hábitos necessários,
e cuja negligência ou privação nos custa imediatamente a vida ou a saúde; se
puserdes em linha de conta os incêndios e os tremores de terra que, consumindo
ou derrubando cidades inteiras, fazem morrer os habitantes aos milhares; em uma
palavra, se reunirdes os perigos que todas essas causas acumulam continuamente
sobre as nossas cabeças, sentireis como a natureza nos faz pagar caro o
desprezo que temos dado às suas lições.
Jean-Jacques Rousseau, in 'Discurso Sobre a Origem da Desigualdade'
A Satisfação
Sentir que fazemos o que devemos fazer aumenta a
consideração que temos por nós próprios; desfrutamos, à falta de outros motivos
de contentamento, do primeiro dos prazeres - o de estar contente consigo
mesmo... É enorme a satisfação de um homem que trabalhou e que aproveitou
convenientemente o seu dia. Quando me encontro nesse estado, gozo depois,
deliciadamente, com o repouso e os mais pequenos lazeres. Posso mesmo
encontrar-me no meio das pessoas mais aborrecidas, sem o menor desagrado; a
recordação do trabalho feito não me abandona e preserva-me do aborrecimento e
da tristeza.
Eugène Delacroix, in 'Diário'
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
David Bowie - Blackstar
Uma viagem que nos levou através da genialidade,
excentricidade, mais um momento de indescritível saudade, depois de uma vida de
criatividade só ao alcance de alguns.
excentricidade, mais um momento de indescritível saudade, depois de uma vida de
criatividade só ao alcance de alguns.
Não faleceu hoje mas sim sexta-feira, isto é, no dia em que
nasceu.
nasceu.
RIP.
Esta contínua saudade deixa um vazio à medida que um após
outro nos vão deixando.
outro nos vão deixando.
Foi o que chamo de punch in the stomach.
Não faz dois meses que fiz aqui um post de antecipação ao
seu último trabalho que acabou de ser apresentado, ontem, Black Star.
seu último trabalho que acabou de ser apresentado, ontem, Black Star.
Premonitório ou em última análise a consciência de que
estava de partida.
estava de partida.
Um a um vão partindo, ou por outra vão mudando de lugar, de
sítio. Mas para que sítio vão, que lugar será esse. É também nosso certamente.
sítio. Mas para que sítio vão, que lugar será esse. É também nosso certamente.
David Bowie
sábado, 2 de janeiro de 2016
Porcupine Tree - Way Out Of Here
O passado é história.
O futuro ainda não emergiu.
O aqui e agora é claramente a razão de tudo e de nada, pelo menos muito.
A existência fugaz, efêmera, de sentir, estar, querer e permanecer, ou fugir.
O futuro ainda não emergiu.
O aqui e agora é claramente a razão de tudo e de nada, pelo menos muito.
A existência fugaz, efêmera, de sentir, estar, querer e permanecer, ou fugir.
sábado, 26 de dezembro de 2015
Sinto-me grato e feliz por isso.
Uma gargalhada da alma é como defino a minha gratidão quando
algo excede as minhas expectativas, acredito mesmo que as pessoas com
predisposição para a gratidão não dão nada por garantido e agradecer talvez
seja a forma mais elevada de pensar e a alegria desta atitude duplica-se só em
pensar agradecer.
A gratidão acontece, surge, dá-se também quando algo
acontece para além das nossas expectativas assim quase como se não fosse merecida
e embora não abdique da ideia, mas deixo espaço para outras leituras claro, de
que as pessoas com predisposição para a gratidão são as que de facto sentem e
acreditam na contínua dependência dos outros para se realizarem enquanto
pessoas.
Não nos pertencemos, já o disse e a gratidão é assim uma
espécie de dívida que só é paga depois de alguém nos fazer sentir que recebemos
além das nossas expectativas, logo a gratidão é um sentimento reactivo pois a
acção precedeu-o.
Sem acção a reacção não fará sentido, mas pergunto então
qual será a sensação de agir em vez de reagir, será um duplo sentimento de
gratidão?!
Quando pensamos que a natureza humana é boa e
poderosa, não estando longe estamos desfasados, pois essa bondade e gratidão
não existem no peso exacto e muito menos na medida certa que temos em dívida para
com os outros.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Faço votos de que nesta época a tolerância,
compreensão e amor pelo próximo não sejam pensamentos e palavras vãs.
Para todos os presentes e ausentes desejo uma época de Paz, um excelente Natal rodeados da família e dos
amigos.
Que o ano de 2016 seja pleno nas
aspirações profissionais e pessoais.
O sorriso e amizade
serão sempre as estrelas que guiarão a alma e lhe darão conforto.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Fausto, literalmente em pedaços...
Fico imaginando que pela casa nos cruzamos e em cada olhar para o sofá, canto, corredor, porta ou parapeito da janela, cruzamos expressões.
Mas fico triste ao cair na realidade
não é mais assim…
Talvez tenha sido um sonho
Um sonho lindo
Em que um dia
No livro da minha vida
Que foi uma página
Que marcou a minha história de vida.
Obrigado Lucy, quiçá terás sido o anjo que produziu um milagre na minha vida e ainda não percebi.
sábado, 31 de outubro de 2015
Puppini Sisters - Sway
Se a gratidão é "uma gargalhada da alma" com este som a minha está aos saltos.
Adorei.
Bom fim de semana
Adorei.
Bom fim de semana
domingo, 18 de outubro de 2015
Desejo-vos uma excelente semana em que, tudo o que for menos do que bom é para devolver, ou resolver.
Se a vontade for pouca e as ideias nenhumas podemos sempre agir como a água e isso não é virar as costas, é sim ter a percepção que temos que continuar o caminho mesmo que para tal tenhamos que contornar um ou outro obstáculo.
É a vida no seu esplendor, regozijem-se, divirtam-se e desfrutem ao máximo o mínimo que a vida entrega, pois haverá um dia em que a vida não terá nada para nos entregar.
Se a vontade for pouca e as ideias nenhumas podemos sempre agir como a água e isso não é virar as costas, é sim ter a percepção que temos que continuar o caminho mesmo que para tal tenhamos que contornar um ou outro obstáculo.
É a vida no seu esplendor, regozijem-se, divirtam-se e desfrutem ao máximo o mínimo que a vida entrega, pois haverá um dia em que a vida não terá nada para nos entregar.
Não me pertenço.
Dou por mim, vagueando entre as minhas ideias e devaneios, a
pensar que na verdade não me pertenço e só o meu egoísmo me faz pensar o
contrário. Assumo isso pois faz parte de mim, e isso sim, entre outras coisas pertence-me.
Se recebemos tudo dos outros, as emoções, as alegrias, as tristezas,
os sorrisos, as lágrimas e transformamos na nossa realidade, como podemos em
rigor dizer que nos pertencemos e não assumir que definitivamente pertencemos a
que nos vê, nos fala, nos acarinha, nos dá uma má resposta, nos educa, nos
ensina, enfim pertencemos a todos que no seu conjunto partilham o espaço físico
e emocional, esse sim que é nosso.
Creio que o ser humano tropeçou neste propósito de
reconhecer que pertence ao outro, será por isso que se diz por aí que cada ser
humano nasce para produzir um milagre na vida de alguém.
Será mesmo.
Isto tudo para desejar uma excelente semana a todos e um
sorriso do tamanho da generosidade e bondade de cada um.
Fausto e o Frederico desceram à Terrasábado, 3 de outubro de 2015
Black Light Smoke - Lovework (DJ T Remix)
Bom fim de semana e quanto à reflexão deixem o amor falar alto.
Divirtam-se sejam e façam os outros felizes.
Regra número 1: sorrir
Divirtam-se sejam e façam os outros felizes.
Regra número 1: sorrir
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
A jornalista Stephanie Sinclair esteve no Nepal e presenteia-nos com um artigo escrito para a National Geographic, no qual nos dá a conhecer a comunidade restrita das kumaris, raparigas eleitas como deusas.
"É uma honra ser escolhida como kumari“, diz Stephanie, numa entrevista ao New York Times, “mas também um fardo”. Actualmente, existem 10 kumaris no Nepal, nove delas em Katmandu. Veneradas por hindus e budistas, acredita-se que elas podem curar as pessoas, realizar desejos, trazer prosperidade e ver o futuro. As kumaris mais importantes não podem pisar o chão e são transportadas para todo o lado, raramente têm tempo de ir à escola. Apesar de serem crianças, não se pode agir contra a sua vontade. Stephanie acompanhou a vida de Unika, uma criança de dois anos, antes e depois de se tornar kumari. “Se ela quer comer gelado às sete da manhã, ela pode. Tem de ganhar todos os jogos que faz com os irmãos e a família evita que ela fique chateada”. As kumaris só voltam a ser “mortais” quando sangram, seja por um corte, doença ou pela menstruação. Se assim o for, devem renunciar o seu estatuto e voltar à vida normal, que muitas vezes, é difícil de retomar.
Entre o conto e a lenda gostei e assim o reproduzo, em parte, aqui sugerindo a pesquisa pois é delicioso.
"É uma honra ser escolhida como kumari“, diz Stephanie, numa entrevista ao New York Times, “mas também um fardo”. Actualmente, existem 10 kumaris no Nepal, nove delas em Katmandu. Veneradas por hindus e budistas, acredita-se que elas podem curar as pessoas, realizar desejos, trazer prosperidade e ver o futuro. As kumaris mais importantes não podem pisar o chão e são transportadas para todo o lado, raramente têm tempo de ir à escola. Apesar de serem crianças, não se pode agir contra a sua vontade. Stephanie acompanhou a vida de Unika, uma criança de dois anos, antes e depois de se tornar kumari. “Se ela quer comer gelado às sete da manhã, ela pode. Tem de ganhar todos os jogos que faz com os irmãos e a família evita que ela fique chateada”. As kumaris só voltam a ser “mortais” quando sangram, seja por um corte, doença ou pela menstruação. Se assim o for, devem renunciar o seu estatuto e voltar à vida normal, que muitas vezes, é difícil de retomar.
Entre o conto e a lenda gostei e assim o reproduzo, em parte, aqui sugerindo a pesquisa pois é delicioso.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Eu
tenho pena.
Dos que tiveram que largar
tudo e emigrar, só vendo as famílias anualmente!
De muitos avós que trabalharam uma vida e ainda tem que ajudar os filhos e todos vivem dificuldades!
De passear nas ruas e ver lá pessoas a dormir!
De pais de amigos que fecharam empresas e com lágrimas colocaram trabalhadores no desemprego!
De quem entregou casas aos bancos!
De ver filas na sopa dos pobres!
De ver pais que nem dinheiro tem, para despesas para o novo ano lectivo!
De ver polícias a morrer pois não tem material balístico!
De ver morrer bombeiros pois faltam meios!
De ver gente a morrer nas camas dos hospitais por falta de uma injecção!
De muitos avós que trabalharam uma vida e ainda tem que ajudar os filhos e todos vivem dificuldades!
De passear nas ruas e ver lá pessoas a dormir!
De pais de amigos que fecharam empresas e com lágrimas colocaram trabalhadores no desemprego!
De quem entregou casas aos bancos!
De ver filas na sopa dos pobres!
De ver pais que nem dinheiro tem, para despesas para o novo ano lectivo!
De ver polícias a morrer pois não tem material balístico!
De ver morrer bombeiros pois faltam meios!
De ver gente a morrer nas camas dos hospitais por falta de uma injecção!
De
ver viaturas de emergência paradas por falta de verbas para uma simples correia
de distribuição!
De ver tractores e traineiras paradas por falta de verbas quando o nosso maior potencial é a agricultura e pesca!
De ver tractores e traineiras paradas por falta de verbas quando o nosso maior potencial é a agricultura e pesca!
De
ver vidas desfeitas!
Tenho
pena de ver este País onde afinal há dinheiro, há ideias e há projectos, mas
não para os cidadãos que necessitam e sim para acomodar, termo muito macio da
Sr.ª Ministra das Finanças, 3,9 Biliões, e também para as grandes causas mas
para os outros que não são nem uma coisa nem a outra, apenas lhes/nos resta a
expectativa.
Tenho imensa pena.
Fausto
domingo, 6 de setembro de 2015
Hotel California - Cubanos Acapella
Na linha do toca e foge desejo a todos os que por aqui
passarem uma excelente semana e que vejam os seus desejos e esperanças
correspondidos.
passarem uma excelente semana e que vejam os seus desejos e esperanças
correspondidos.
Não se esqueçam de fazer por isso...
Qual é o denominador
comum?
A humanidade vem em
crescendo desde a II guerra Mundial, passando pela queda do muro de Berlin até
ao colapso que se advinha, com o que se passa no Médio Oriente e cujas reais
consequências embora algumas já visíveis, mas a caminho do verdadeiro impacto que vive ainda
no domínio do imaginário.
Os governantes do Médio Oriente, Americanos, Europeus e Russos varrem a todo o custo a sua responsabilidade dos milhões e milhões de refugiados (só na Síria são 4.000.000 ) para debaixo do tapete fazendo crer que acolher 500.000 pessoas é um acto de enorme humanidade, também o é, mas o que na verdade seria um acto de seriedade e de verdadeira Humanidade e responsabilidade para com os Povos seria criar condições para terminar de vez com os conflitos no Médio Oriente. Utópico é claro, mas não existe outra forma porque pactuar e deixar andar vai levar-nos irremediavelmente para o abismo.
Se a minha casa não estiver a arder não necessito de fugir, nem ir para
a casa do vizinho, ou tampouco pedir ajuda.
A hipocrisia dos senhores da guerra atinge neste momento, em
que desabafo, um dos picos desde que há memória e para tal basta-me recuar 70
anos e se mesmo assim não chegar temos a intermitência das guerras que vão
fazendo em casa dos outros, e isso leva-me a verificar que estamos em guerra (s)
desde 1945, caindo por terra o argumento de que a paz traz prosperidade e
esperança porque os tais senhores da guerra (leia-se lideres mundiais) seguem o
caminho oposto.
Se é maior o interesse em alimentar as guerras
e conflitos de toda e natureza e convicção, do que o interesse pela paz,
o que é que está errado? Qual é o denominador comum?
Os Líderes dos USA, Médio Oriente, Europa, Rússia, China
etc, que no seu conjunto arrastam com as suas ambições de perfeitos algozes e
credos religiosos torpes BILIÕES de seres humanos para o colapso
civilizacional.
Os factos e os argumentos que podemos elencar a este caos
são tantos e tão densos que se perdem e mesmo se misturam no universo do
irracional e do burlesco. Chego mesmo a pensar que um dia destes já nem se vão lembrar
por que razões começaram os conflitos, e em detrimento de aplicações
financeiras investem no financiamento das mesmas.
Existem porém teorias da conspiração para todos os gostos
desde a Eugenia, à dos Illuminati, passando pelas diversas lojas da Maçonaria
que tem em comum a ideia da “eliminação de pelo menos 4.000.000 Biliões de
seres humanos, isto está escrito em toda a linha de pensamento doas sociedades
e conceitos que referi, basta pesquisar e ler. Chamem-lhe teorias da conspiração,
ficção e o que a imaginação permitir, mas é um pouco como o ditado;
Não acredito em bruxas mas que as há, isso há.
Fausto, o culpado.
domingo, 30 de agosto de 2015
Somewhere Over The Rainbow - Julia Westlin
Distante mas nunca ausente.
Desejo-vos uma excelente semana e já sabem nunca se esqueçam dos sorrisos.
Desejo-vos uma excelente semana e já sabem nunca se esqueçam dos sorrisos.
sábado, 29 de agosto de 2015
sábado, 15 de agosto de 2015
15 Agosto 2015
Rui.
Olho pela janela entreaberta e o
vento sussurrou a saudade e um enorme vazio que me deixa inquieto e triste.
Este sentimento não se explica, talvez por isso ainda mais
intenso e incontornável do que outros, desconstrói e deixa um vazio que só se
preenche completando o ciclo que lhe deu origem e aí Rui deixaria de me sentir
incompleto porque é disso mesmo que se trata a saudade a mim deixa-me incompleto.
Serás sempre a razão “desta contínua saudade”, como escreveu
o teu tio.
Não é possível esquecer e muito menos passar ao lado das
alegrias e loucuras que contigo eram vividas e partilhadas na família, contigo
presente.
As loucuras não acabaram, a família também não, mas muito de tudo isto se transformou e ficou diferente não sei se melhor, ficou diferente.
As loucuras não acabaram, a família também não, mas muito de tudo isto se transformou e ficou diferente não sei se melhor, ficou diferente.
O que não ficou diferente foi a saudade e o vazio, sentimos …
mas não te vemos e isso dói.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Reflexão sobre critérios e prioridades.
Quero, antes do mais, fazer uma declaração de princípio e
desde já manifestar a minha concordância total e absoluta com o ensino privado,
a saúde privada etc., acrescente-se que sou claramente um defensor da economia
de mercado e/ou mista e que é, basicamente a teoria em prática, utilizada por
estes players, se bem que não se perceba lá muito bem onde termina uma coisa e
começa outra, pois estratégia é algo que me parece ausente desta questão.
Uma das preocupações sociais dos actuais governantes, está espelhada no montante de verbas a atribuir ao ensino privado(até aqui tudo bem), mas retirando ao ensino público (ora aqui tudo mal).
Será possível que entre Mário Sottomayor Cardia (apesar da
sua tese de doutoramento ”Da Estrutura da Moralidade) até Nuno Crato (Docente,
docente, docente, uma condecoração atribuída imagine-se por quem) exista apenas
um enorme vazio. Não é normal mas os factos não concorrem em abono dos diversos
Ministros da educação e entre 1976 até 2015.
Não posso deixar de manifestar a minha estupefacção pelo
critério e prioridade na área educativa, Crato e os seus pares, uma vez mais.
Os colégios privados receberão 140 milhões de euros do
dinheiro dos impostos, mais do que óbvio é um degredo absoluto de retirar estas verbas às escolas públicas,
porque não vai ser de outra forma.
Eu conheço esta realidade porque lido no dia-a-dia com
instituições de ensino privado, e público, de excelência e até aqui é pacífico quanto à
qualidade, capacidade do corpo docente e demais condições, é no entanto
contraproducente esta escolha e sobretudo as consequências que dela resultam.
É inquestionável e de igual modo verdade que a escola
pública (o ensino em geral) entregue aos responsáveis pela educação que em
Portugal desde Sotto Mayor Cardia, até Crato tem percorrido um caminho tão
errante quanto demolidor e com consequências como se sabe. Esta é também um demonstração clara das preocupações sociais do estado,
estado a que chegamos.
Retirando às escolas públicas (que sofreram cortes na ordem
dos 10%) para financiar as escolas privadas acreditarão os responsáveis
pela educação que este caminho faz parte da resposta a um equilíbrio social mais
justo para o povo Português com mais apoio financeiro para famílias com filhos
em colégios (tenho o mais elevado e sincero respeito).
Defender Abril, seria eventualmente criar condições para uns
e outros e não para uns em detrimento de outros, a fazer fé nas palavras de
alguns líderes políticos.
A escola pública, pilar fundamental da educação em qualquer
País, não o é em Portugal.
Estamos muito próximos dos níveis de 1978, sim de há 37 anos
é o tal progresso, segundo estatísticas existem 1.731.329 alunos e em 1978
havia 1.670.011? Então mas em 37 anos, mesmos tendo em linha de conta todos os aspectos da dinâmica de nascimentos, emigração, etc, etc...?
E assim iniciei a semana passando da incredulidade à estupefacção, mas não muito apesar de a classe política em geral (salvaguardando as devidas distâncias para os políticos que desempenham a sua função com sentido e dever de estado), nos presentear com decisões por impulso, ou por um qualquer interesse e invariavelmente corrigidas aquando dos seus resultados.
Isto é que é para mim a inversão do sentido de estado, o dever para com a "coisa" pública.
Dito isto, o que desejo é que a semana se abra plena de alegria, satisfação e de momentos onde coexistam as férias e o trabalho, para uns e outros.
Eu não me encontro esse intervalo do Les uns et les autres, e também espreito a oportunidade que logo há-de surgir, espero, começo a ficar desconfortável com a ideia de ser e permanecer invisível.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Como evitar passar ao lado da vida…
Um dia, era criança ainda, Jean Paul Sartre pediu
autorização à mãe, Anne Marie Schweitzer, que mais tarde adoptou o sobrenome
Sartre, para ler "Madame Bovary", de Flaubert.
A mãe questionou-o: "Mas se o meu querido lê este
género de coisas na sua idade, o que fará quando for grande?".
A réplica foi demolidora e Jean Paul Sartre respondeu:
"Vivê-las-ei".
quinta-feira, 30 de julho de 2015
De Gabriela Mistral, El Decáligo del Artista.
I. Amarás la belleza, que es la sombra de Dios sobre el Universo.
II. No hay arte ateo. Aunque no ames al Creador, lo afirmarás creando a
su semejanza.
III. No darás la belleza como cebo para los sentidos, sino como el
natural alimento del alma.
IV. No te será pretexto para la lujuria ni para la vanidad, sino
ejercicio divino.
V. No la buscarás en las ferias ni llevarás tu obra a ellas, porque la
belleza es virgen, y la que está en las ferias no es Ella.
VI. Subirá de tu corazón a tu
canto y te habrá purificado a ti primero.
VII. Tu belleza se llamará también mirsericordia, y consolorá el
corazón de los hombres.
VIII. Darás tu obra como se da un hijo: Restando sangre de tu corazón.
IX. No te será la belleza opio adormecedor, sino vino generoso que te
encienda para la acción, pues si dejas de ser hombre o mujer, dejarás de ser
artista.
X. De toda creación saldrás con
vergüeza, porque fue inferior a tu sueño, e inferior a ese sueño maravilloso de
Dios que es la naturaleza.
Chief Arvol Looking Horse, 19th Generation Keeper of Sacred White Buffalo Bundle
Uma verdade da qual não nos devemos afastar, nem esconder.
" We have
reached a crossroads. On an international level we have adopted materialism
over conservation of the Earth’s limited resources forgetting that ‘the Earth
is not a resource to be used but, rather, the source of life itself "
sábado, 25 de julho de 2015
Incompleto, mar flat e uma tela.
Dou por mim a pensar, coisa que
para alguns é fastidioso mas para mim em certos dias é uma verdadeira orgia
intelectual, se sou ou não sou o que gostaria de ser.
Passados anos e analisando o que
a vida me entregou, que foi mais do que procurei e juntei, não tendo em rigor
dado valor ao que me foi dado e deixei-me levar por sonhos e projectos que
procurei alheando-me dos muitos sinais que a vida me foi dando, por isso sinto
e acredito mesmo não sabendo o que quero, sei claramente o que não quero.
Não quero
ignorar os sinais e perceber como ser, mais ou menos equilibrado, acima de tudo
feliz.
Sou feliz, embora permanentemente
desassossegado o que dilui a felicidade, a paz mas não repondo qualquer benefício.
Este é um dos meus dilemas.
Não fora a possibilidade de
descarregar na tela e no “papel” os sentimentos que por vezes ficam exacerbados
e teria um ataque de pânico, o que não sendo novo não deixa de ser pavoroso.
À laia e em jeito de compensação,
a tal justaposição ou equilíbrio das emoções, sempre me “refugio” no mar, no
campo, e não menos importante na tela.
As emoções são, para mim, assim
como brisa, vento, vendaval, furacão, tsunami e mar flat o que em milésimos de
segundos me desconstrói e repõem causando vertigens, sobretudo a do vazio.
Tenho horror ao vazio, como tenho
pavor de uma página em branco assim como o pânico que assalta numa tela em
branco que não se resolve a si própria, e sobre a qual me sinto incapaz de
expressar o que sinto, fico incompleto.
O sentimento do incompleto, na
forma e conteúdo, mas vivido de forma permanente desgasta e provoca um certo
grau de exaustão e feitas as contas tudo é mais ou menos incompleto, pois essa
é talvez a variável que introduz a possibilidade da participação do outro com a
sua parte incompleta para completar o que até à participação de terceiro,
estará, também incompleto e por ai fora.
“Não sei por onde vou mas sei que não vou por
ali…”
Fausto.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Um dia depois de ontem e um antes de amanhã, é como me sinto.
Reflexivo e a ponderar.
Reflexivo e a ponderar.
Afinal que espécie é esta à qual pertenço?
Será este o ideal de Final perfeito?
Será este o ideal de Final perfeito?
A ausência de referências, sérias há mas são muito poucas, na sociedade
contemporânea leva-me a um grau de apreensão que há muito não sentia.
Vivemos rodeados de indivíduos que individualmente ou em
grupo têm poder, um poder que exercem transversalmente oriundo de ideologias
que não servem nem a montante nem a jusante, conduzindo a civilização para o
caos que está instalado e no qual parecem movimentar-se razoavelmente bem,
esses que exercem o poder, não conseguindo no entanto ser líderes, um paradoxo
ou não.
Assistimos a uma Europa sem rumo, mas com intenção (caos
social, a vergonha de assistir placidamente à construção de um muro de 175 kms
“dentro de portas”, destruição da soberania dos estados invocando razões e aplicando
“justiça” a torto e a direito, desenterrando ódios que se julgavam extintos), o
que por si é deveras aterrador, caminhando ao lado, neste pérfido caminho dos
Estado Unidos presos e atados aos lobbys e poder financeiro, a montante um
silêncio absoluto, a jusante desordens, crimes, a negação e erradicação dos
valores mais elementares do ser humano, com a condescendência dos Estados Unidos. O
continente Africano foi paulatinamente pilhado e saqueado por uns e outros,
ficando sem voz e à mercê dos algozes da Europa, América e Ásia. Ao que
assistimos na Ásia também não augura nada de bom nem de pacífico, pois o Japão
altera a constituição para poder rearmar-se e desenvolver o seu exército, a
china ocupa um País (Nepal) que tem 3x a área de França, e instala-se de armas
e bagagens, literalmente, anulando e obrigando o povo à aculturação por todos os
meios tidos por convenientes que no caso são 150.000 militares. No Médio
Oriente o recuo até Maomé até se entende mas não compaginável no contexto global
de evolução, e os ódios, vinganças estalaram e libertaram uma “besta” que
existia, até há poucos anos, nos livros (Bíblia, Corão, Suna, Kadosh) e afinal
é bem real. Na Oceânia o silêncio é quase sepulcral e perturbador, por um lado entende-se que
a Austrália e Nova Zelândia não se identifiquem com este cenário e optem por
este silêncio, onde cabem inocentes e culpados, mas são parte integrante das
soluções e dos problemas, e isso não pode ser aceite como uma opção, deve por
outro lado ser encarado como um dever civilizacional.
O caos a que chegamos, e que não tem assim muitos cenários
possíveis, é arrasador para uma espécie que caminha à 200.000 num trajecto errante
e aleatório como se fosse uma criatura insatisfeita, irresponsável e que não
sabe o que quer.
Da evolução esperava, paz, prosperidade, lucidez, sã
convivência, entendimento entre todos à luz dessa mesma evolução, e afinal entregou-nos concupiscência, xenofobia, egoísmo, ódios, vinganças, guerras.
Faço votos de
que não, mas penso que nos irão vencer pelo cansaço e nos deixarão a todos exaustos e a
lamber as feridas. Um fim e o fim em si mesmo.
O estado da civilização actual mais para uma fase
retrógrada, a do recolector, consumindo, destruindo e nada repondo ao bom, ao
gosto dos senhores que actualmente exercem o poder.
Vencer um povo é uma tarefa hercúlea mas possível mesmo que
apenas por um homem só, mas uma civilização inteira, o no caso 7 Biliões
vencidos, oprimidos e resignados às mãos de 20 ou 30 pessoas, que é estranho
é.
Atribuir o ponto civilizacional em que estamos a arquitecturas
malévolas do tipo Eugenia, e Maçonaria mais ou menos impactante parece-me que
peca por defeito. Acredito seriamente que uns e outros fazem o trabalho cujo
resultado é o que se vê.
Termino como comecei, perguntando a mim próprio, afinal que
espécie é esta a que pertenço.
Um final perfeito
para uma espécie que em 200.000 não corrigiu e pior não aprendeu como os erros,
eu tenho uma esperança média de vida aí de 80 anos e cometi e cometo erros vou
tentar fazer a minha parte, convencido que teremos um final desastroso.
domingo, 19 de julho de 2015
Gostei da ideia e da viagem, e não resisti a postar.
De “Gustl Rosenkranz”
A nossa condição neste mundo é claramente a de “Fahrgast”, um viajante e/ou visitante.
"Nós visitamos este mundo e viajamos por ele. Ele não é nosso. Mesmo assim, entramos, participamos, sentimos que estamos em casa, mas com o respeito de quem só está de visita. A viagem deve ser aproveitada intensamente, mas sem nos prendermos a nada que não seja realmente essencial, pois chegará o momento a em que a viagem chega ao fim. E teremos que deixar para trás tudo que guardamos e não cabe na bagagem. Por isso, é mais sábio guardar somente aquilo que realmente tem um significado verdadeiro e mais profundo. A vida deve ser vivida sua plenamente, intensamente, procurar e alimentar relações sinceras, não deixar que o medo (nem o seu, nem o de ninguém!) o prenda, tenha coragem, viva cada momento intensamente, de uma forma madura, sendo bom para si próprio, tratando-se com carinho, não por vaidade ou egoísmo, mas por saber que você seremos a melhor companhia que você teremos, e a única que com certeza ficará ao nosso lado até ao desembarque do último vagão do comboio da vida..."
"Nós visitamos este mundo e viajamos por ele. Ele não é nosso. Mesmo assim, entramos, participamos, sentimos que estamos em casa, mas com o respeito de quem só está de visita. A viagem deve ser aproveitada intensamente, mas sem nos prendermos a nada que não seja realmente essencial, pois chegará o momento a em que a viagem chega ao fim. E teremos que deixar para trás tudo que guardamos e não cabe na bagagem. Por isso, é mais sábio guardar somente aquilo que realmente tem um significado verdadeiro e mais profundo. A vida deve ser vivida sua plenamente, intensamente, procurar e alimentar relações sinceras, não deixar que o medo (nem o seu, nem o de ninguém!) o prenda, tenha coragem, viva cada momento intensamente, de uma forma madura, sendo bom para si próprio, tratando-se com carinho, não por vaidade ou egoísmo, mas por saber que você seremos a melhor companhia que você teremos, e a única que com certeza ficará ao nosso lado até ao desembarque do último vagão do comboio da vida..."
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Here Is The Lexus Hoverboard | Tech Bet | CNBC
Já estivemos mais longe, veremos se neste caso passamos desta "brincadeira" à realidade.
sábado, 13 de junho de 2015
As pessoas que por acaso…
Ao pensar no que me rodeia penso inevitavelmente em todas as
pessoas que me encontraram ou que encontrei e/ou mesmas aquelas com quem me
cruzei e até um sorriso partilhei quase sem querer... de repente entram na
nossa vida assim como que por acaso.
Precisamos de amigos para nos ensinar a partilhar, ajudar,
rir e também para cumprirmos a nossa missão na Terra,como amar e respeitar o próximo,
dar, partilhar, ajudar como a si mesmo.
Será necessário que em primeiro lugar nos aceitemos como
somos e tentar ver no próximo, esse tal que entra por acaso, o nosso reflexo.
Será fundamental estar atento aos que entram “por acaso” na
nossa vida e imaginar que às tantas alguém com quem nos cruzamos é aquele que irá
produzir um “milagre” na nossa vida e mais importante será aquele na vida de
quem iremos produzir o tal “milagre”.
A todas os que por acaso… obrigado por fazerem parte da
minha vida e me darem oportunidade de perceber, para que é que nasci, também.
A todos os que por acaso… são tangentes à sensação do sonho,
isto é, acordamos e às vezes já não estão lá, foi é e será sempre bom sonhar, por acaso...
sábado, 6 de junho de 2015
Kruder
De volta a estas paragens desta feita para uma saída em smooth para fim de semana com um excelente trabalho de Kruder & Dorfmeister. Very best
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