sábado, 26 de dezembro de 2015

Sinto-me grato feliz e leve.............................................

https://www.youtube.com/watch?v=e4X5z8AQc3s&feature=share


Sinto-me grato e feliz por isso.
Uma gargalhada da alma é como defino a minha gratidão quando algo excede as minhas expectativas, acredito mesmo que as pessoas com predisposição para a gratidão não dão nada por garantido e agradecer talvez seja a forma mais elevada de pensar e a alegria desta atitude duplica-se só em pensar agradecer.
A gratidão acontece, surge, dá-se também quando algo acontece para além das nossas expectativas assim quase como se não fosse merecida e embora não abdique da ideia, mas deixo espaço para outras leituras claro, de que as pessoas com predisposição para a gratidão são as que de facto sentem e acreditam na contínua dependência dos outros para se realizarem enquanto pessoas.
Não nos pertencemos, já o disse e a gratidão é assim uma espécie de dívida que só é paga depois de alguém nos fazer sentir que recebemos além das nossas expectativas, logo a gratidão é um sentimento reactivo pois a acção precedeu-o.
Sem acção a reacção não fará sentido, mas pergunto então qual será a sensação de agir em vez de reagir, será um duplo sentimento de gratidão?!
Quando pensamos que a natureza humana é boa e poderosa, não estando longe estamos desfasados, pois essa bondade e gratidão não existem no peso exacto e muito menos na medida certa que temos em dívida para com os outros.  

domingo, 13 de dezembro de 2015


Faço votos de que nesta época a tolerância, compreensão e amor pelo próximo não sejam pensamentos e palavras vãs.
Para todos os presentes e ausentes desejo uma época de Paz, um excelente Natal rodeados da família e dos amigos.

Que o ano de 2016 seja pleno nas aspirações profissionais e pessoais.

O sorriso e amizade 
serão sempre as estrelas que guiarão a alma e lhe darão conforto.




quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Fausto, literalmente em pedaços...

Fico imaginando que pela casa nos cruzamos e em cada olhar para o sofá,  canto, corredor, porta ou parapeito da janela, cruzamos expressões.
Mas fico triste ao cair na realidade
não é mais assim…
Talvez tenha sido um sonho
Um sonho lindo
Em que um dia
No livro da minha vida
Que foi uma página
Que marcou a minha história de vida. 
Obrigado Lucy, quiçá terás sido o anjo que produziu um milagre na minha vida e ainda não percebi.

sábado, 31 de outubro de 2015

Puppini Sisters - Sway

Se a gratidão é "uma gargalhada da alma" com este som a minha está aos saltos.

Adorei.

Bom fim de semana





domingo, 18 de outubro de 2015

Desejo-vos uma excelente semana em que, tudo o que for menos do que bom é para devolver, ou resolver.
Se a vontade for pouca e as ideias nenhumas podemos sempre agir como a água e isso não é virar as costas, é sim ter a percepção que temos que continuar o caminho mesmo que para tal tenhamos que contornar um ou outro obstáculo.
É a vida no seu esplendor, regozijem-se, divirtam-se e desfrutem ao máximo o mínimo que a vida entrega, pois haverá um dia em que a vida não terá nada para nos entregar.


Não me pertenço.
Dou por mim, vagueando entre as minhas ideias e devaneios, a pensar que na verdade não me pertenço e só o meu egoísmo me faz pensar o contrário. Assumo isso pois faz parte de mim, e isso sim, entre outras coisas pertence-me.
Se recebemos tudo dos outros, as emoções, as alegrias, as tristezas, os sorrisos, as lágrimas e transformamos na nossa realidade, como podemos em rigor dizer que nos pertencemos e não assumir que definitivamente pertencemos a que nos vê, nos fala, nos acarinha, nos dá uma má resposta, nos educa, nos ensina, enfim pertencemos a todos que no seu conjunto partilham o espaço físico e emocional, esse sim que é nosso.
Creio que o ser humano tropeçou neste propósito de reconhecer que pertence ao outro, será por isso que se diz por aí que cada ser humano nasce para produzir um milagre na vida de alguém.
Será mesmo.
Isto tudo para desejar uma excelente semana a todos e um sorriso do tamanho da generosidade e bondade de cada um.
Fausto e o Frederico desceram à Terra

sábado, 3 de outubro de 2015

Black Light Smoke - Lovework (DJ T Remix)

Bom fim de semana e quanto à reflexão deixem o amor falar alto.

Divirtam-se sejam e façam os outros felizes.

Regra número 1: sorrir





sexta-feira, 18 de setembro de 2015

A jornalista Stephanie Sinclair esteve no Nepal e presenteia-nos com um artigo escrito para a National Geographicno qual nos dá a conhecer a comunidade restrita das kumaris, raparigas eleitas como deusas. 
uma honra ser escolhida como kumari“, diz Stephanie, numa entrevista ao New York Times, “mas também um fardo”. Actualmente, existem 10 kumaris no Nepal, nove delas em Katmandu. Veneradas por hindus e budistas, acredita-se que elas podem curar as pessoas, realizar desejos, trazer prosperidade e ver o futuro. As kumaris mais importantes não podem pisar o chão e são transportadas para todo o lado, raramente têm tempo de ir à escola. Apesar de serem crianças, não se pode agir contra a sua vontade. Stephanie acompanhou a vida de Unika, uma criança de dois anos, antes e depois de se tornar kumari. “Se ela quer comer gelado às sete da manhã, ela pode. Tem de ganhar todos os jogos que faz com os irmãos e a família evita que ela fique chateada”. As kumaris só voltam a ser “mortais” quando sangram, seja por um corte, doença ou pela menstruação. Se assim o for, devem renunciar o seu estatuto e voltar à vida normal, que muitas vezes, é difícil de retomar.

Entre o conto e a lenda gostei e assim o reproduzo, em parte, aqui sugerindo a pesquisa pois é delicioso.


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Eu tenho pena.
Dos que tiveram que largar tudo e emigrar, só vendo as famílias anualmente!
De muitos avós que trabalharam uma vida e ainda tem que ajudar os filhos e todos vivem dificuldades!
De passear nas ruas e ver lá pessoas a dormir!
De pais de amigos que fecharam empresas e com lágrimas colocaram trabalhadores no desemprego!
De quem entregou casas aos bancos!
De ver filas na sopa dos pobres!
De ver pais que nem dinheiro tem, para despesas para o novo ano lectivo!
De ver polícias a morrer pois não tem material balístico!
De ver morrer bombeiros pois faltam meios!
De ver gente a morrer nas camas dos hospitais por falta de uma injecção!
De ver viaturas de emergência paradas por falta de verbas para uma simples correia de distribuição!
De ver tractores e traineiras paradas por falta de verbas quando o nosso maior potencial é a agricultura e pesca!
De ver vidas desfeitas!

Tenho pena de ver este País onde afinal há dinheiro, há ideias e há projectos, mas não para os cidadãos que necessitam e sim para acomodar, termo muito macio da Sr.ª Ministra das Finanças, 3,9 Biliões, e também para as grandes causas mas para os outros que não são nem uma coisa nem a outra, apenas lhes/nos resta a expectativa.

Tenho imensa pena.

Fausto

domingo, 6 de setembro de 2015

Devil Doll . Things you make me do

Hotel California - Cubanos Acapella

Na linha do toca e foge desejo a todos os que por aqui
passarem uma excelente semana e que vejam os seus desejos e esperanças
correspondidos.


Não se esqueçam de fazer por isso...  


Qual é o denominador comum?

A humanidade vem em crescendo desde a II guerra Mundial, passando pela queda do muro de Berlin até ao colapso que se advinha, com o que se passa no Médio Oriente e cujas reais consequências embora algumas já visíveis, mas a caminho do verdadeiro impacto que vive ainda no domínio do imaginário.  

Os governantes do Médio Oriente, Americanos, Europeus e Russos varrem a todo o custo a sua responsabilidade dos milhões e milhões de refugiados (só na Síria são 4.000.000 ) para debaixo do tapete fazendo crer que acolher 500.000 pessoas é um acto de enorme humanidade, também o é, mas o que na verdade seria um acto de seriedade e de verdadeira Humanidade e responsabilidade para com os Povos seria criar condições para terminar de vez com os conflitos no Médio Oriente. Utópico é claro, mas não existe outra forma porque pactuar e deixar andar vai levar-nos irremediavelmente para o abismo.
   
Se a minha casa não estiver a arder não necessito de fugir, nem ir para a casa do vizinho, ou tampouco pedir ajuda.

A hipocrisia dos senhores da guerra atinge neste momento, em que desabafo, um dos picos desde que há memória e para tal basta-me recuar 70 anos e se mesmo assim não chegar temos a intermitência das guerras que vão fazendo em casa dos outros, e isso leva-me a verificar que estamos em guerra (s) desde 1945, caindo por terra o argumento de que a paz traz prosperidade e esperança porque os tais senhores da guerra (leia-se lideres mundiais) seguem o caminho oposto.

Se é maior o interesse em alimentar as guerras e conflitos de toda e natureza e convicção, do que o interesse pela paz, o que é que está errado? Qual é o denominador comum?

Os Líderes dos USA, Médio Oriente, Europa, Rússia, China etc, que no seu conjunto arrastam com as suas ambições de perfeitos algozes e credos religiosos torpes BILIÕES de seres humanos para o colapso civilizacional.

Os factos e os argumentos que podemos elencar a este caos são tantos e tão densos que se perdem e mesmo se misturam no universo do irracional e do burlesco. Chego mesmo a pensar que um dia destes já nem se vão lembrar por que razões começaram os conflitos, e em detrimento de aplicações financeiras investem no financiamento das mesmas.

Existem porém teorias da conspiração para todos os gostos desde a Eugenia, à dos Illuminati, passando pelas diversas lojas da Maçonaria que tem em comum a ideia da “eliminação de pelo menos 4.000.000 Biliões de seres humanos, isto está escrito em toda a linha de pensamento doas sociedades e conceitos que referi, basta pesquisar e ler. Chamem-lhe teorias da conspiração, ficção e o que a imaginação permitir, mas é um pouco como o ditado;
Não acredito em bruxas mas que as há, isso há.


Fausto, o culpado.

domingo, 30 de agosto de 2015

Somewhere Over The Rainbow - Julia Westlin

Distante mas nunca ausente.

Desejo-vos uma excelente semana e já sabem nunca se esqueçam dos sorrisos.



sábado, 29 de agosto de 2015

sábado, 15 de agosto de 2015

15 Agosto 2015
Rui.
Olho pela janela entreaberta e o vento sussurrou a saudade e um enorme vazio que me deixa inquieto e triste.
Este sentimento não se explica, talvez por isso ainda mais intenso e incontornável do que outros, desconstrói e deixa um vazio que só se preenche completando o ciclo que lhe deu origem e aí Rui deixaria de me sentir incompleto porque é disso mesmo que se trata a saudade a mim deixa-me incompleto.
Serás sempre a razão “desta contínua saudade”, como escreveu o teu tio.
Não é possível esquecer  e muito menos passar ao lado das alegrias e loucuras que contigo eram vividas e partilhadas na família, contigo presente.
As loucuras não acabaram, a família também não, mas muito de tudo isto se transformou e ficou diferente não sei se melhor, ficou diferente.

O que não ficou diferente foi a saudade e o vazio, sentimos … mas não te vemos e isso dói.




segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Reflexão sobre critérios e prioridades. 
   
Quero, antes do mais, fazer uma declaração de princípio e desde já manifestar a minha concordância total e absoluta com o ensino privado, a saúde privada etc., acrescente-se que sou claramente um defensor da economia de mercado e/ou mista e que é, basicamente a teoria em prática, utilizada por estes players, se bem que não se perceba lá muito bem onde termina uma coisa e começa outra, pois estratégia é algo que me parece ausente desta questão.

Uma das preocupações sociais dos actuais governantes, está espelhada no montante de verbas a atribuir ao ensino privado(até aqui tudo bem), mas retirando ao ensino público (ora aqui tudo mal).
Será possível que entre Mário Sottomayor Cardia (apesar da sua tese de doutoramento ”Da Estrutura da Moralidade) até Nuno Crato (Docente, docente, docente, uma condecoração atribuída imagine-se por quem) exista apenas um enorme vazio. Não é normal mas os factos não concorrem em abono dos diversos Ministros da educação e entre 1976 até 2015.  

Não posso deixar de manifestar a minha estupefacção pelo critério e prioridade na área educativa, Crato e os seus pares, uma vez mais. 

Os colégios privados receberão 140 milhões de euros do dinheiro dos impostos, mais do que óbvio é um degredo absoluto de retirar estas verbas às escolas públicas, porque não vai ser de outra forma.

Eu conheço esta realidade porque lido no dia-a-dia com instituições de ensino privado, e público, de excelência e até aqui é pacífico quanto à qualidade, capacidade do corpo docente e demais condições, é no entanto contraproducente esta escolha e sobretudo as consequências que dela resultam.

É inquestionável e de igual modo verdade que a escola pública (o ensino em geral) entregue aos responsáveis pela educação que em Portugal desde Sotto Mayor Cardia, até Crato tem percorrido um caminho tão errante quanto demolidor e com consequências como se sabe. Esta é também um demonstração clara das preocupações sociais do estado, estado a que chegamos.

Retirando às escolas públicas (que sofreram cortes na ordem dos 10%) para financiar as escolas privadas acreditarão os responsáveis pela educação que este caminho faz parte da resposta a um equilíbrio social mais justo para o povo Português com mais apoio financeiro para famílias com filhos em colégios (tenho o mais elevado e sincero respeito).

Defender Abril, seria eventualmente criar condições para uns e outros e não para uns em detrimento de outros, a fazer fé nas palavras de alguns líderes políticos.

A escola pública, pilar fundamental da educação em qualquer País, não o é em Portugal.


Estamos muito próximos dos níveis de 1978, sim de há 37 anos é o tal progresso, segundo estatísticas existem 1.731.329 alunos e em 1978 havia 1.670.011? Então mas em 37 anos, mesmos tendo em linha de conta todos os aspectos da dinâmica de nascimentos, emigração, etc, etc...? 

E assim iniciei a semana passando da incredulidade à estupefacção, mas não muito apesar de a classe política em geral (salvaguardando as devidas distâncias para os políticos que desempenham a sua função com sentido e dever de estado), nos presentear com decisões por impulso, ou por um qualquer interesse e invariavelmente corrigidas aquando dos seus resultados. 

Isto é que é para mim a inversão do sentido de estado, o dever para com a "coisa" pública.

Dito isto, o que desejo é que a semana se abra plena de alegria, satisfação e de momentos onde coexistam as férias e o trabalho, para uns e outros. 

Eu não me encontro esse intervalo do Les uns et les autres, e também espreito a oportunidade que logo há-de surgir, espero, começo a ficar desconfortável com a ideia de ser e permanecer invisível.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Como evitar passar ao lado da vida…
Um dia, era criança ainda, Jean Paul Sartre pediu autorização à mãe, Anne Marie Schweitzer, que mais tarde adoptou o sobrenome Sartre, para ler "Madame Bovary", de Flaubert.
A mãe questionou-o: "Mas se o meu querido lê este género de coisas na sua idade, o que fará quando for grande?".

A réplica foi demolidora e Jean Paul Sartre respondeu: "Vivê-las-ei".



quinta-feira, 30 de julho de 2015

De Gabriela Mistral, El Decáligo del Artista. 

I. Amarás la belleza, que es la sombra de Dios sobre el Universo.

II. No hay arte ateo. Aunque no ames al Creador, lo afirmarás creando a su semejanza.

III. No darás la belleza como cebo para los sentidos, sino como el natural alimento del alma.

IV. No te será pretexto para la lujuria ni para la vanidad, sino ejercicio divino.

V. No la buscarás en las ferias ni llevarás tu obra a ellas, porque la belleza es virgen, y la que está en las ferias no es Ella.

VI. Subirá de tu corazón  a tu canto y te habrá purificado a ti primero.

VII. Tu belleza se llamará también mirsericordia, y consolorá el corazón de los hombres.

VIII. Darás tu obra como se da un hijo: Restando sangre de tu corazón.

IX. No te será la belleza opio adormecedor, sino vino generoso que te encienda para la acción, pues si dejas de ser hombre o mujer, dejarás de ser artista.

X. De toda creación saldrás con vergüeza, porque fue inferior a tu sueño, e inferior a ese sueño maravilloso de Dios que es la naturaleza. 
Chief Arvol Looking Horse, 19th Generation Keeper of Sacred White Buffalo Bundle
Uma verdade da qual não nos devemos afastar, nem esconder.
We have reached a crossroads. On an international level we have adopted materialism over conservation of the Earth’s limited resources forgetting that ‘the Earth is not a resource to be used but, rather, the source of life itself "

sábado, 25 de julho de 2015

Incompleto, mar flat e uma tela.

Dou por mim a pensar, coisa que para alguns é fastidioso mas para mim em certos dias é uma verdadeira orgia intelectual, se sou ou não sou o que gostaria de ser.

Passados anos e analisando o que a vida me entregou, que foi mais do que procurei e juntei, não tendo em rigor dado valor ao que me foi dado e deixei-me levar por sonhos e projectos que procurei alheando-me dos muitos sinais que a vida me foi dando, por isso sinto e acredito mesmo não sabendo o que quero, sei claramente o que não quero. 

Não quero ignorar os sinais e perceber como ser, mais ou menos equilibrado, acima de tudo feliz.

Sou feliz, embora permanentemente desassossegado o que dilui a felicidade, a paz mas não repondo qualquer benefício. Este é um dos meus dilemas.

Não fora a possibilidade de descarregar na tela e no “papel” os sentimentos que por vezes ficam exacerbados e teria um ataque de pânico, o que não sendo novo não deixa de ser pavoroso.
À laia e em jeito de compensação, a tal justaposição ou equilíbrio das emoções, sempre me “refugio” no mar, no campo, e não menos importante na tela.
As emoções são, para mim, assim como brisa, vento, vendaval, furacão, tsunami e mar flat o que em milésimos de segundos me desconstrói e repõem causando vertigens, sobretudo a do vazio.

Tenho horror ao vazio, como tenho pavor de uma página em branco assim como o pânico que assalta numa tela em branco que não se resolve a si própria, e sobre a qual me sinto incapaz de expressar o que sinto, fico incompleto.

O sentimento do incompleto, na forma e conteúdo, mas vivido de forma permanente desgasta e provoca um certo grau de exaustão e feitas as contas tudo é mais ou menos incompleto, pois essa é talvez a variável que introduz a possibilidade da participação do outro com a sua parte incompleta para completar o que até à participação de terceiro, estará, também incompleto e por ai fora.

 “Não sei por onde vou mas sei que não vou por ali…”


Fausto.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Um dia depois de ontem e um antes de amanhã, é como me sinto.
Reflexivo e a ponderar.
Afinal que espécie é esta à qual pertenço?
Será este o ideal de Final perfeito?
A ausência de referências, sérias há mas são muito poucas, na sociedade contemporânea leva-me a um grau de apreensão que há muito não sentia.
Vivemos rodeados de indivíduos que individualmente ou em grupo têm poder, um poder que exercem transversalmente oriundo de ideologias que não servem nem a montante nem a jusante, conduzindo a civilização para o caos que está instalado e no qual parecem movimentar-se razoavelmente bem, esses que exercem o poder, não conseguindo no entanto ser líderes, um paradoxo ou não. 
Assistimos a uma Europa sem rumo, mas com intenção (caos social, a vergonha de assistir placidamente à construção de um muro de 175 kms “dentro de portas”, destruição da soberania dos estados invocando razões e aplicando “justiça” a torto e a direito, desenterrando ódios que se julgavam extintos), o que por si é deveras aterrador, caminhando ao lado, neste pérfido caminho dos Estado Unidos presos e atados aos lobbys e poder financeiro, a montante um silêncio absoluto, a jusante desordens, crimes, a negação e erradicação dos valores mais elementares do ser humano, com a condescendência dos Estados Unidos. O continente Africano foi paulatinamente pilhado e saqueado por uns e outros, ficando sem voz e à mercê dos algozes da Europa, América e Ásia. Ao que assistimos na Ásia também não augura nada de bom nem de pacífico, pois o Japão altera a constituição para poder rearmar-se e desenvolver o seu exército, a china ocupa um País (Nepal) que tem 3x a área de França, e instala-se de armas e bagagens, literalmente, anulando e obrigando o povo à aculturação por todos os meios tidos por convenientes que no caso são 150.000 militares. No Médio Oriente o recuo até Maomé até se entende mas não compaginável no contexto global de evolução, e os ódios, vinganças estalaram e libertaram uma “besta” que existia, até há poucos anos, nos livros (Bíblia, Corão, Suna, Kadosh) e afinal é bem real. Na Oceânia o silêncio é quase sepulcral e perturbador, por um lado entende-se que a Austrália e Nova Zelândia não se identifiquem com este cenário e optem por este silêncio, onde cabem inocentes e culpados, mas são parte integrante das soluções e dos problemas, e isso não pode ser aceite como uma opção, deve por outro lado ser encarado como um dever civilizacional.
O caos a que chegamos, e que não tem assim muitos cenários possíveis, é arrasador para uma espécie que caminha à 200.000 num trajecto errante e aleatório como se fosse uma criatura insatisfeita, irresponsável e que não sabe o que quer.
Da evolução esperava, paz, prosperidade, lucidez, sã convivência, entendimento entre todos à luz dessa mesma evolução, e afinal entregou-nos concupiscência, xenofobia, egoísmo, ódios, vinganças, guerras.
Faço votos de que não, mas penso que nos irão vencer pelo cansaço e nos deixarão a todos exaustos e a lamber as feridas. Um fim e o fim em si mesmo.
O estado da civilização actual mais para uma fase retrógrada, a do recolector, consumindo, destruindo e nada repondo ao bom, ao gosto dos senhores que actualmente exercem o poder.
Vencer um povo é uma tarefa hercúlea mas possível mesmo que apenas por um homem só, mas uma civilização inteira, o no caso 7 Biliões vencidos, oprimidos e resignados às mãos de 20 ou 30 pessoas, que é estranho é. 
Atribuir o ponto civilizacional em que estamos a arquitecturas malévolas do tipo Eugenia, e Maçonaria mais ou menos impactante parece-me que peca por defeito. Acredito seriamente que uns e outros fazem o trabalho cujo resultado é o que se vê.
Termino como comecei, perguntando a mim próprio, afinal que espécie é esta a que pertenço.

 Um final perfeito para uma espécie que em 200.000 não corrigiu e pior não aprendeu como os erros, eu tenho uma esperança média de vida aí de 80 anos e cometi e cometo erros vou tentar fazer a minha parte, convencido que teremos um final desastroso. 

domingo, 19 de julho de 2015

Gostei da ideia e da viagem, e não resisti a postar.
De “Gustl Rosenkranz”
A nossa condição neste mundo é claramente a de “Fahrgast”, um viajante e/ou visitante.
"Nós visitamos este mundo e viajamos por ele. Ele não é nosso. Mesmo assim, entramos, participamos, sentimos que estamos em casa, mas com o respeito de quem só está de visita. A viagem deve ser aproveitada intensamente, mas sem nos prendermos a nada que não seja realmente essencial, pois chegará o momento a em que a viagem chega ao fim. E teremos que deixar para trás tudo que guardamos e não cabe na bagagem. Por isso, é mais sábio guardar somente aquilo que realmente tem um significado verdadeiro e mais profundo. A vida deve ser vivida sua plenamente, intensamente, procurar e alimentar relações sinceras, não deixar que o medo (nem o seu, nem o de ninguém!) o prenda, tenha coragem, viva cada momento intensamente, de uma forma madura, sendo bom para si próprio, tratando-se com carinho, não por vaidade ou egoísmo, mas por saber que você seremos a melhor companhia que você teremos, e a única que com certeza ficará ao nosso lado até ao desembarque do último vagão do comboio da vida..."

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Here Is The Lexus Hoverboard | Tech Bet | CNBC

Já estivemos mais longe, veremos se neste caso passamos desta "brincadeira" à realidade.





sábado, 13 de junho de 2015

Porcupine Tree - The Start Of Something Beautiful

As pessoas que por acaso…
Ao pensar no que me rodeia penso inevitavelmente em todas as pessoas que me encontraram ou que encontrei e/ou mesmas aquelas com quem me cruzei e até um sorriso partilhei quase sem querer... de repente entram na nossa vida assim como que por acaso.
Precisamos de amigos para nos ensinar a partilhar, ajudar, rir e também para cumprirmos a nossa missão na Terra,como amar e respeitar o próximo, dar, partilhar, ajudar como a si mesmo.
Será necessário que em primeiro lugar nos aceitemos como somos e tentar ver no próximo, esse tal que entra por acaso, o nosso reflexo.
Será fundamental estar atento aos que entram “por acaso” na nossa vida e imaginar que às tantas alguém com quem nos cruzamos é aquele que irá produzir um “milagre” na nossa vida e mais importante será aquele na vida de quem iremos produzir o tal “milagre”.
A todas os que por acaso… obrigado por fazerem parte da minha vida e me darem oportunidade de perceber, para que é que nasci, também.

A todos os que por acaso… são tangentes à sensação do sonho, isto é, acordamos e às vezes já não estão lá, foi é e será sempre bom sonhar, por acaso...

sábado, 6 de junho de 2015

Kruder

De volta a estas paragens desta feita para uma saída em smooth para fim de semana com um excelente trabalho de Kruder & Dorfmeister. Very best  



quinta-feira, 7 de maio de 2015

Os doces ao serviço da pedagogia.
Bela e interessante ideia. 

O projeto, Candy Anatomy, de McCormick, de 27 anos, publica os vários esquemas, tendo os doces sempre como protagonistas. Já pode saber mais sobre o estômago, os ossos das mãos, ou até o interior do olho.


http://querosaber.sapo.pt/ciencia/como-aprender-sobre-anatomia-com-doces#




sábado, 2 de maio de 2015

Poem for Love ~ Iyeoka Okoawo

You show me you what my heart is capable of.

2 de maio
ISABEL
28 em 53/56.
Entre os silêncios e as expetativas, que se vão tornando fatos,
existe esse retorno emocional que chamo esperança que nos cria momento após
momento a necessidade do próximo, momento.
Na minha viagem encontrei um certo dia alguém que me ajudou a perceber os
silêncios, medos e dúvidas e que me preencheu com a esperança como estado de
alma permanente.
esperança fez desvanecer medos e dúvidas que transportava.
Os espaços e momentos foram preenchidos com esperança e tornaram-se mais fáceis de
aconchegar e guardar.
Criei ilusões que a esperança transformou em coisas concretas e realizáveis.
Cresci, aprendi, e mesmo assim continuo um espírito desassossegado que nem toda a
esperança e amor que me rodeia ajudam a amaciar.
Tenho porém uma certeza inabalável a de que nos últimos 28 anos tenho tido a melhor
companhia que alguém poderia ter para partilhar a vida com tudo o que ela nos
presenteia, sinto-me honrado e em dívida.
Tenho uma dúvida que só o destino poderá dissipar, é que não tenho a certeza de ser a
pessoa que nasceu para fazer um milagre na vida de ISABEL, mas se assim for
espero poder realizar a minha missão.
Se é amor !?, se é amizade!?, se é carinho!?, fico com a ideia que, como é difícil
explicar este sentimento e tão difícil definir, é tudo em simultâneo.
minha mulher ISABEL.











sexta-feira, 24 de abril de 2015

Hundred Waters - Show Me Love (Nicole Miglis Acoustic)

Num registo alternativo de qualidade

Nicole Miglis 



Heaven On The Ground [1 Mic 1 Take]





Num registo muito chillout e docinho assim vamos para fim de semana.





quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Nos nossos ombros, a ressaca e o desespero.

Sobre a classe política acho que… na verdade também são algo como isto e pouco mais.
Manifesto a minha opinião sobre uma larga franja de políticos que se pavonearam entre as pessoas e deles fizeram objecto da sua impiedade e  concupiscência quase a raiar o mundano, para não dizer outra coisa.

São na sua forma conteúdo uma classe cívica, com/sem dúvida… e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, que como exprimiu Guerra Junqueiro “ pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, daí a indiferença geral”…,

O poder é afrodisíaco...e por isso pouca ou nenhuma lucidez transmite e nem disso faz questão.

Cabe aqui um agradecimento e reconhecimento a todos os outros políticos, que os há e continuará a haver, que fazem da coisa pública um modelo de atitudes e decisões com nobreza e elevação no sentido do bem-estar das pessoas, que não é mais do que o seu verdadeiro propósito.

Nos dias que correm o exercício do poder deveria ser como a moda que muda de 6 em 6 meses.
Fausto.

THE DO - THE BRIDGE IS BROKEN / OFFICIAL VIDEO

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

sábado, 3 de janeiro de 2015

Say Hi To Your Mom - Sweet Sweet Heartkiller *WITH LYRICS*

Pruficando, refrescando e embalando neste 2015.



sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Bob Marley - A lalala long

Que o novo ano seja um verdadeiro

 lalala.