domingo, 19 de março de 2023

 



Etéreo

1982

Tinta-da-China  sobre papel  0,60x0,50 


quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

 


Fausto Santos


Nasceu em 1962, filho único numa família de recursos modestos. Teve uma infância feliz, mas nem sempre tranquila, o que lhe conferiu um espírito inquieto e uma certa insegurança, basicamente normal para um adolescente, mas que resolveu e evoluiu no meio em que se inseriu.

Os pais sempre lhe proporcionaram as melhores condições de aprendizagem, tendo frequentado o Liceu Alexandre Herculano na área das letras, frequentando ainda a Universidade na área das Relações Internacionais e Estudos Estratégicos.

A música e o desenho sempre tiveram um papel muito importante no seu percurso, permitindo-lhe desenvolver aspetos da sua personalidade que viu refletidos tanto na música como no desenho/pintura, em que a pintura prevaleceu sobre todas as outras aspirações e desejos.        

          


Aos 24 anos e depois de ter cumprido o serviço militar nos Comandos (Forças Especiais), prestando um elevado serviço ao país, tendo mesmo sido diplomado pelo Estado Português, ingressou na atividade de transporte internacional de mercadorias e, juntamente com da sua atividade, começou a pintar as suas primeiras obras, tendo mesmo realizado em 1982 a 1ª exposição individual, com uma presença ímpar a da sua professora do ensino básico que lhe ensinou as primeiras letras e que teceu elogios rasgados.

Entretanto, continuou a pintar paralelamente à sua atividade profissional, tendo em 1990 realizado a sua 2ª exposição individual, demonstrando notáveis ​​progressos nos aspetos técnicos e criativos, que resultaram num sucesso interessante.

No entanto, na década de 90 tornou-se pai e afastou-se um pouco da pintura, voltando com novo ímpeto em 2000 criando obras que incluíam novas técnicas, novos materiais que lhe deram ânimo para continuar e a partir de 2010 parte definitivamente para o seu sonho, dedicando-se exclusivamente à pintura, realizando uma exposição coletiva com artistas de renome, Eurico Gonçalves, Julião Sarmento, Sofia Areal, entre outros.

Muito pelo seu espírito persistente e procura constante de novos horizontes, regressa em 2013 e volta à pintura, acrescentando o novo, o distópico e um pouco de esoterismo na sua pintura, que se caracteriza pelo impressionismo abstrato.

Em suma, como artista autodidata, sempre pintou até hoje e está neste momento a preparar a próxima exposição, que estava prevista para 2020, mas que foi adiada devido à covid.



 



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sábado, 4 de maio de 2019

Skyline Sessions: SOFI TUKKER - "Best Friend"

Bom fim-de-semana, para todos os que visitam o meu porto de abrigo.





terça-feira, 30 de abril de 2019

Olivier Giacomotto - Interplanetary (Original Mix) - Noir Music

Em jeito de ante visão do fabuloso espectáculo que vai ser o Tomorrowland em Portugal pela primeira vez e no Porto.
Julho.
Um espectáculo que será transmitido em directo para todo o "Planeta", apenas.
Oky Dokey.


Heart - Stairway to Heaven (Live at Kennedy Center Honors) [FULL VERSION]

Subindo lentamente lá chegaremos.



quinta-feira, 25 de abril de 2019

The Wind - Cat Stevens

Palavras leva-as o vento.



Annie Lennox - Why (Official Music Video)

I may be mad
I may be blind
I may be viciously unkind
But I can still read what you're thinkin
g






Jon and Vangelis - I'll Find My Way Home (with lyrics)

Seguramente, e como não tem retorno, hei-de lá chegar.







Phil Collins - In The Air Tonight LIVE HD

Eu estive aqui, Candy Dulfer esteve aqui e Lily também cá esteve

https://youtu.be/3SfSQ3lQmJw

Em Abril, lá diz o ditado, águas mil e mil palavras são a minha contribuição para hoje que ficam muito aquém dos 30.000 genes compostos por 3.000.000 de pares de base que estão na sua razão de ser, 30.000.

Os nossos genes

Está provado que temos efectivamente, foi detectado e provado, uma significativa frequência de linhagem africana no património genético português ou seja os Portugueses retém uma percentagem significativa de linhagem subsariana.

Garantidamente estes resultados batem certo com a história, como é lógico e talvez fosse de esperar, no entanto também temos alguns dados genéticos que me despertaram alguma curiosidade desde logo o facto de que em média, 35 por cento dos homens no Sul de Portugal e 25 por cento do Norte têm genes judeus sefarditas - e que os homens do Sul têm 15 por cento de ascendência norte-africana e os do Norte 10 por cento. Isto significa, por um lado, que, ao contrário do que se pensava, os judeus portugueses não fugiram, quando foram expulsos pela Inquisição. Fundiram-se na população geral e misturaram-se, sobrevivendo desta forma à intolerância religiosa. E quanto à componente norte-africana, algo de semelhante poderá ter acontecido, embora em menor escala, ao contrário do que nos contam os manuais de História. Os genes dos portugueses de hoje testemunham o que realmente aconteceu...

É portanto algo que nos está nos genes, ponto.

Fausto em  momentos e impressões vertidos por escrito

domingo, 31 de março de 2019

Manny Walters - My Own Fault | Sofar Cape Town

De vez em quando regresso ao meu porto de abrigo.







sábado, 18 de agosto de 2018

Addams Family Gets the Uptown Funk



Nem mais nem menos, até porque às vezes mais é menos.



Ehehehehehehehehe.





sexta-feira, 17 de agosto de 2018

alessandra ferri and sting

Porque hoje é sábado.

Sting, Alessandra Ferri e Bach, juntos.





A voz e a fala por inerência.

A voz humana é “o” instrumento que todos tocamos e é provavelmente o que têm o som mais poderoso do mundo.

No limite deste exercício de raciocínio talvez seja mesmo o único que pode iniciar uma guerra ou criar uma amizade.

Certamente já todos tivemos a experiência de que, quando falamos, não nos ouvem, porque será?

Como é que podemos falar de forma que nos ouçam e que simultaneamente faça a diferença no mundo e nos que nos rodeia?!

No meu dia-a-dia deparo-me com uma série de hábitos que penso que devem mudar na forma como comunicamos, isto é como utilizamos a voz e a fala, e podemos identificar até como os pecados mortais da fala, da voz portanto.

Alguns destes exemplos claramente não fazem parte do meu dia-a-dia (repudio-os mesmo) mas não estou imune a todos eles enquanto ser humano com todas as virtudes e defeitos que tenho, visto da perspectiva que me dão os meus 56 anos.

O mexerico, coscuvilhice.  
Utilizar “o” instrumento poderoso como é a voz para por exemplo dizer mal de alguém que não está presente, não é claramente um bom hábito, e sabemos muito bem que a pessoa que está a falar mal cinco minutos depois estará a dizer mal de nós.

Julgar. 
Certamente muitos de nós senão todos nós, conhecem pessoas que são assim a conversar, a dialogar. É lógico que ouvir alguém a ser julgado é difícil (mesmo que as circunstâncias assim o exijam) e cria uma vulnerabilidade ao mesmo tempo. Acho que utilizar a voz e a fala, por inerência, para emitir um juízo de valor em detrimento de julgar é substantivamente diferente.

Negativismo.
Outros há que de forma permanente se queixam de tudo e por nada, fazendo disso quase um traço de personalidade, transpirando assim tipo uma miséria viral. Não só não espalham, esperança, leveza e sol pelos que os rodeiam como se auto procrastinam como se de uma virtude se tratasse, Errado é uma má utilização desse fenomenal instrumento.

Desculpas.                                                                                                                                  
Esta é uma figura por demais conhecida, havendo sempre “pessoas” que arranjam sempre um bode expiatório e assim poderem atribuir sempre as culpas aos outros, não assumindo a responsabilidade das suas acções. Utilização pauperrima da voz.

O Exagero e os Floreados.
Em certa medida degrada a nossa própria linguagem pois distorcer os factos não é mais do que isso mesmo, por exemplo se vejo qualquer coisa que é realmente incrível o que é que vou chamar-lhe, incrível, e não outra coisa qualquer. O exagero pode em última análise tornar-se numa mentira e depois são mentiras atrás de mentiras, um chorrilho de distorções e claramente este tipo de pessoas não são bem-vindas (no espaço que ocupo e muito menos no meu dia-a-dia) nem têm qualquer interesse ouvi-las quanto mais dar-lhes a importância que não têm mas apenas a que elas atribuem a si próprias pois sabemos que estão a mentir, mentem para justificar a mentira atrás de mentira, num excesso de entusiasmo pelo floreado e exagero. Não prestam, pois lá diz o ditado a verdade vêm sempre ao de cima.

O Dogmatismo. 
Não pode haver nada de pior do que confundir opiniões com os factos pois quando estas duas coisas se misturam, umas vezes fazemos orelhas moucas, porque nos bombardeiam com opiniões como se fossem verdades. É difícil ouvir pessoas assim.

Em suma é minha convicção que utilizar a voz e a fala para o mexerico, coscuvilhice, julgar, transmitir negatividade, desculpas, exageros, floreados e dogmatismo, são um péssimo serviço no que ao bem estar dos outros diz respeito, começando pelo próprio.
Há porém forma de lidar com este tipo de pessoas que exibem com orgulho estas atitudes comportamentais e debitam verborreias que sintetizo nos parágrafos anteriores.

Podemos por exemplo considerar também, e ainda sintetizando, alguns pilares que me parecem fundamentais como valores a ter em linha de conta se queremos realmente que as nossas palavras façam a diferença pela positiva relativamente aos que nos rodeiam;

Honestidade e/ou higiene Intelectual, ou seja ser verdadeiro, directo e claro no que se diz.
Autenticidade, sermos apenas (e não é pouco) nós mesmos.
Integridade, isto é a nossa palavra, ter escrúpulos e caracter para fazer o que se diz. Devemos ser alguém em quem se pode confiar.
Respeito.       
Ter respeito é do meu ponto de vista uma demonstração de elevação, carácter dando espaço ao outrem e desejar sempre o bem das pessoas, por duas razões primeira porque acredito que ninguém gosta de ouvir a verdade absoluta, no entanto temperada com bom senso, honestidade, sensibilidade e respeito é uma atitude positiva, a segunda porque quando realmente se deseja bem a alguém e dela (por exemplo) nos dizemos amigos é difícil julga-la ao mesmo tempo. Tenho sérias reservas que seja possível fazer as duas coisas em simultâneo.

Ao utilizar a voz e a fala não só importa o que dizemos como a maneira como o dizemos, uma e outra coisa estão sempre interligadas e quando tudo o que anteriormente referi falha então, só mesmo o lugar à indiferença e ausência fará sentido para aqueles que se enquadram nas atitudes (ou falta delas) que identifiquei, neles cabem imensas pessoas, sim pessoas, que talvez por falta de formação pessoal e académica com um substancial défice a vários níveis e em diferentes planos não tenham capacidade para interpretar e moldar o seu comportamento no dia-a-dia de modo a alimentar a urbanidade, civilidade e não menos importante, humildade.

Resumindo cuide não da voz mas de forma como a utiliza, até porque palavra dita não volta atrás é como o tempo.

Fausto e a voz, leia-se, palavra escrita.

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Quincy Jones, Chaka Khan

Uma delícia para os ouvidos uma limpeza para a alma.



Rag'n'Bone Man - Human (Official Video)

Afinal todos somos, não é?!





sábado, 4 de agosto de 2018

"Reincarnation," film by Karl Lagerfeld ft. Pharrell Williams, Cara Dele...


Um novo dia desponta.
Após algum tempo ausente deste espaço, que para mim representa o called harbour of shelter and expression, por razões de saúde e outras que cada uma no seu contexto me desconstruíram mas me devolveram a individualidade, a personalidade e carácter intactos.
Levaram-me a equacionar tudo ou quase tudo no meu percurso de vida, senti um forte apelo em voltar.
Acredito ter resolvido as questões mais substantivas no que à família e ao meu dia-a-dia dizem respeito e o modelo que encontrei para o meu posicionamento e atitude.
Um novo caminho eis o resultado.
O caminho não se faz só quando interiorizamos e analisamos o que aprendemos, mas também. A grande aventura desta viagem é descobrir quem são e o que representam os que nos acompanham é aí que a viagem se completa.
A todos os que me ensinam, os que me aturam, os que amam apenas pelo que sou e represento para eles, não lhes desejo nada, dou-lhes o meu amor, amizade incondicional e um sentimento de enorme gratidão.
Sei que sou o impossível e muitas vezes o impensável, mas existo e nos outros me realizo.


Como um comum mortal tenho uma dívida de gratidão, para com a vida, que não será resolvida nunca.
Fausto e as impressões dos seus momentos

domingo, 22 de outubro de 2017

Jain - Come

Tenham um excelente fim-de-semana e não se esqueçam ser, e fazer, felizes os que vos rodeiam.



Venham daí que vale a pena.





Fazia algum tempo, neste tempo, que por falta de tempo ou por outras questões associadas a prioridades me afastei deste cantinho muito especial, do qual senti o chamamento e assim sendo aqui vai.


Eu, cidadão Português serei culpado? Sim.
Serei culpado? Também em Roma no ano 64 D.C. o foram Tácito e Suetônio, pois Nero na sua imensa sabedoria e competência tratou de encontrar culpados (?!?!?!?!?), também sou, pois tenho exercido o meu direito de voto sempre que a isso sou chamado e a minha orientação neste capítulo tem sido pelo lado dos que se mostram ou me parecem competentes, mas que desolação a minha ao olhar para este meu País, no que ele se tornou. Um vazadouro de tudo e coisa nenhuma. Extraio assim o resultado de soma de valor nula em quase tudo o que vejo.

Perante tudo o que se tem passado neste País, que amo incondicionalmente tal como o o Sr. Presidente de República e tantos e tantos cidadãos, exceptuando uns quantos que apurando melhor a leitura de todos os momentos (deixo os adjectivos para outra oportunidade) não posso deixar passar em claro o cidadão que comanda esta prole de incompetentes e correspondente clientela que interpreta o papel do Vilão, e muito bem (todos sabemos que o ar condicionado quando sujeito à devida manutenção não cheira a queimado nem tampouco provoca qualquer doença) que até ao momento ainda não provou qualquer sentimento de culpa decorrente da sua responsabilidade, atitude, comportamento e decisões e mais grave ainda que não abandonou os cidadãos à sua sorte.

Imperdoável seria não trazer à liça dois companheiros ilustres deste vilão, desta insana e vil partida de poker, a Sr.ª que passou de atitude de impotência (imagine-se o MAI impotente, coitados de nós cidadãos) à capitulação numa espécie de hara-kiri (indo finalmente de férias, coitada que já merecia…) e junte-se-lhe um secretário de estado da Administração Interna, um imberbe, que em plena tragédia catapultou toda uma revolta devolvendo-a aos cidadãos “disparando” (no pé, claro) que deveriam ser “proactivos”, a não esperarem aviões e bombeiros. De fora deixo o rascunho de nome ANPC, ficou feio, o papel ficou queimado e não dá para ler e como tal não se percebe nada.

Por vezes recorro-me da minha cultura que é tão dada a milagres, e pela qual tenho o maior orgulho e respeito, e na verdade quiçá um milagre a dois tempos fosse a resposta ou solução, por um lado a chuva e por outro a aparição de alguém que em vez de um raspanete a mortos, feridos, desalojados, cidadãos em estado de choque, tivesse a ombridade e caracter que só assiste aos que sentem verdadeira responsabilidade relativamente aos cidadãos que os elegem e encontrar soluções para um momento de catástrofe, em suma assumir as responsabilidades que são as de quem desempenha funções governativas, ponto. Cheguei à conclusão de que já não há milagres.

Dito isto e tudo o mais que fica por verter aqui este sentimento de revolta lembra-me que há um País dentro de outro País (estranho não é?), se bem que já aqui fiz referência que temos neste espaço físico 3 ou 4 classes de cidadãos, e se por um lado não é por sorte que as condições dos cidadãos têm vindo paulatinamente a melhorar também não é por “azar” que vivemos esta catástrofe, é por falência constrangedora das responsabilidades do Estado Português, que tem a responsabilidade da gestão e governação em todas as vertentes de um Estado de Direito com todas as suas competências e obrigações, na defesa e bem-estar dos cidadãos.

Sim, o governo de Portugal tem obrigações, logo o Estado, e na mais elementar de todas que é a protecção do cidadão colapsou.

Obrigado Estado Português.

Fausto em estado de choque, assim meio catatónico e só me ocorre um personagem da nossa história que quando questionado, faz muito tempo, disse e passo a citar… “obviamente demito-o”. Eu não me demito da admiração à Pátria, mas espero para ver e já lá vão 55 anos de tanto esperar…

Em jeito de nota de rodapé deixo aqui o texto do artigo 21º da Constituição da República Portuguesa
ARTIGO 21º (Responsabilidade civil do Estado)

1. O Estado e as demais entidades públicas são civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por acções ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício, de que resulte violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízo para outrem.

sábado, 24 de setembro de 2016

ONE STEP BEYOND PRINCE BUSTER

O "homem" do SKA, o precursor deste ritmo absolutamente divinal.

PRINCE BUSTER de seu nome, ainda os piquenos que viriam a tornar-se famosos com o SKA, os Madness, não eram nascidos.



Hora de sair.

Razões podem encontrar-se muitas e nelas podemos descobrir como validar a decisão em deixar algo para trás, isto é sair. Quando o instinto nos diz ou sentimos que nos devemos retirar, regra geral encontramos uma boa razão por trás deste pensamento.
No âmbito profissional existem formas, umas mais responsáveis do que outras para fazer isso, de saber a hora de sair.
Ocorrem-me assim algumas como o tédio e apatia. O tédio é um estado de espírito que pode resolver-se mudando talvez a perspectiva, por exemplo, ou então andar a pé, enfim resolúvel. Quanto à apatia, por outro lado, é um sentimento, estado, mais profundo e letal. Pode ser considerado um estado inconsolável e doloroso de desinteresse pelo trabalho que desenvolvemos nas funções que desempenhamos é particularmente negativo, e potencialmente castrador, procrastinando e colocando em jogo na linha da frente a inteligência emocional como 1ª vítima deste estado.
 Se tivermos em linha de conta as pessoas que nos rodeiam, e é importante que o façamos pois são parte importante do nosso dia-a-dia e um contributo para uma aprendizagem constante sobre diferentes pontos de vista, e o que pode ser feito para melhorar a situação, ainda poderá existir um turn back, mas se a resposta for nada, então talvez seja verdadeiramente hora de sair.
Quando se atinge um ponto em que a apatia se encontra com o desinteresse e de seguida se cruza com a indiferença em relação ao trabalho que realizamos, é talvez sinal de que escolhemos o caminho errado, e a persistência não fará muita diferença apenas esgotará ainda mais as competências e o capital de confiança desmoronar-se-á de per si.
Existem alguns que reclamam por reclamar e isso não é claramente a solução, muito menos qualquer tipo paliativo, de facto a solução está sempre à frente do nariz e chama-se escolha, opção e decisão.
Por isso é hora de sair.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Björk - Hunter (Official Music Video)

Bom dia e um excelente fim de semana para todos os que por aqui passarem.
Sejam e sobretudo façam os outros felizes com a vossa presença, e não se esqueçam de sorrir.
Desfrutem da vida.


domingo, 4 de setembro de 2016

Leonard Cohen ~ You Got Me Singing





Eu não me pertenço nem quero, basta-me a minha individualidade e essa já me dá imenso que fazer. 

A alegria e a partilha fazem parte desse mesmo "pacote" não são pertença de ninguém em particular e por isso desejo uma semana plena de alegria e sorrisos a todos.





sábado, 3 de setembro de 2016

Jamie Cullum - Pointless nostalgic

Desejo a todos, no mínimo, um excelente fim-de-semana, pois se assim não for é para devolver.
Um abraço e um enorme sorriso para todos.




sexta-feira, 26 de agosto de 2016

FOLI (there is no movement without rhythm) original version by Thomas Ro...

A vida têm um ritmo constante e na verdade tudo é ritmo.
Este exemplo que vos trago é uma master piece.
Adorei e seria impossível não partilhar.


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Joss Stone - Here Comes The Rain Again - Amazing Live Performance (FULL HD)

Mas há sempre o Sol que brilha em nós e assim a coisa fica mais ou menos equilibrada







sábado, 20 de agosto de 2016

Tudo em nome da democracia ou o que lhe queiram chamar.
E são todos seres humanos, agora imaginem que não eram, ou será que não são mesmo?
Tortura, condições desumanas, mortes em massa nas prisões sírias, segundo o testemunho de sobreviventes, falamos de mais de 300 mortes por mês, uma média de 10 pessoas mortas por dia, desde 2011.
Chegados às prisões, são recebidos com um ritual de “festa de boas-vindas”, que envolve espancamentos com barras de metal ou cabos eléctricos e outros acessórios que prefiro não revelar e de seguida dando continuidade ao “ritual de boas-vindas passam às “verificações de segurança” traduzindo são nem mais nem menos que ataques sexuais contra mulheres.
Segue-se um conjunto de perguntas, os tais interrogatórios, coisa simples que tem a ver com a inserção e adaptação ao meio, momentos que são literalmente tortura implacável e cujos métodos são designados por dulab (forçar as vítimas a caber num pneu), falaqa (castigo infligido nas solas dos pés) ou shabeh (corpo suspenso pelos pulsos) usam também os tradicionais choques eléctricos, as violações, e arrancam-lhes as unhas dos pés e/ ou das mãos.  e é-lhes negado acesso a tratamento médico, condições de higiene ou mesmo comida e água. De facto depois de responder a esta série de questões com estes métodos que é que está em condições de ser assistido clinicamente, para quê os cuidados médicos (?!?!?!?).
Assim e após a resposta às questões colocadas e com a ajuda dos métodos anteriormente descritos, estão prontos para a inserção, deve ser um método muito eficaz, pois isto continua dia-a-dia sem cessar.
É chocante por ser algo que é novo, na data da publicação é certo.

É urgente, diria mesmo prioritário reclassificar a espécie a que pertenço
Fausto em pedaços.



Madeleine Peyroux Half The Perfect World

Como não sou propriamente adepto das coisas pela metade vou procurar a outra parte e voltarei em modo full fill.



sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Bach Double Violin Concerto - Yehudi Menuhin And David Oistrakh (sound HQ)



Nada como um concerto para dois violino em Lá Menor de JSBach para me sentir completo.
Já ouvi outras interpretações desta magnífica peça mas esta está entre a excelência e a perfeição.


Como a vida de faz de horas, dias e anos hoje tive assim uma hora daquelas.
A quem interessar.



O empresário, o capital humano e a liderança.

Este artigo não visa os extraordinários empresários e verdadeiros líderes e homens que verdadeiramente contribuem para o engrandecimento de Portugal e dignificam com a sua liderança o capital humano que detém nas suas empresas e dele retiram valor acrescentado. Para esta classe de empresários a minha gratidão em nome dos Portugueses em geral e dos seus empregados em particular.

Um grande bem-haja.

Mas, e há sempre um mas, infelizmente existem muitos empresários, quiçá talvez em excesso que não são nem uma coisa nem a outra acima referida, isto é nem empresários e muito menos líderes, e o artigo que se segue é-lhes dedicado em particular, é que hoje estou particularmente incomodado.

Quem não gostar sugiro que lhe acrescente ingredientes a gosto e contribua para que eu mude de opinião.

Em Portugal no que a empresas diz respeito, e tendo por base que em princípio são o reflexo dos valores dos empresários que as criam, é deveras encantadora e de tal forma enternecedora a análise que faço que me lembram muitas vezes Saint Exupéry.

O cuidado especial na escolha do capital humano, arrancando as ervas daninhas e a inteligência emocional, destruindo-o portanto.

A vaidade, legítima claro, simultaneamente construída sobre um monte de falácias fazendo crer que as suas características e condições são únicas e ímpares havendo um fundo de verdade mas pelo lado negativo.

Olham para as suas empresas como um Rei, alguns embriagados pela vaidade outros por negócios que entendem os melhores e os que devem ser feitos, mas ruinosos em toda a extensão pela forma e conteúdo arrastando consigo o capital humano a quem em última análise há-de ser assacada a responsabilidade.

Imaginam as suas empresas como se fossem um planeta onde os que os rodeiam, só respiram quando abrem a boca, pensam eles.

Consideram as suas empresas numa tal dimensão de enquadramento económico e financeiro que o capital humano, a que me referi como substantivo, passa a um conjunto de pequenos planetas que nem órbitas têm, pensam eles e chegando mesmo a ter o epíteto de incompetentes, não se faz pão sem farinha.

A verdade é se encontram na maior parte das vezes como se estivessem num deserto a falar com a serpente, isto é sozinhos, pois para o tal capital humano apenas resta o cinismo e o veneno da relação que estabelecem com os seus funcionários, tendo sempre por perto a tal da raposa, que não lhe ensina a cativar nem a criar laços mas sim a menorizar e extrair tudo o que bom o tal capital humano poderia acrescentar de valor e é neste exacto momento que o problema de alguns empresários começa quando a flor que viram crescer, porque a viram nascer, crescer, e a regaram com generosidade e liderança participativa, começa a definhar e aí sentem-se enganados pela flor (leia-se o capital humano) por ele escolhido, momento crítico e desastroso em que a colisão é inevitável, entre o conhecimento e a competência.

Sabemos que conhecimento e competência são interdependentes mas uma tem que dar lugar por consequência à outra e isso por uma certa ordem e não porque apenas detendo o poder se decide como.

A tristeza que me assola, neste exercício de raciocínio, resulta no facto de pensar nos milhares de funcionários que estão nas mãos destes incompetentes e a quem lhes é destruída a capacidade, abnegação, valor, e dignidade, entrega e que vêem hipotecado um futuro profissional e pessoal.

O maior pecado e melhor caminho para o fim de uma empresa, destruir o capital humano.

Podia e até me apetecia falar sobre as empresas de diferentes segmentos e áreas o sobre o seu real valor, expor o meu juízo de valor, não o faço.


quinta-feira, 14 de abril de 2016

Shura - Touch

O beijo
O dia do beijo passou assim como que por entre os
"pingos" da chuva desta Primavera em tudo estranha mas presente com o
que têm para nos entregar, e tudo isso é vida, até o beijo.


Entre os dias que vivemos e a forma como os vamos interiorizando e o que deles vamos retirando como aprendizagem vêm-sempre à ideia um texto de Jean-Jacques Rousseau.
É tão coerente, tão presente, tão assertivo e verdade que causa causa desconforto, mas é...

 A desigualdade
(...) O homem selvagem, quando acabou de comer, está em paz com toda a natureza, e é amigo de todos os seus semelhantes. Se, algumas vezes, tem de disputar o seu alimento, não chega nunca ao extremo sem ter antes comparado a dificuldade de vencer com a de encontrar noutro lugar a sua subsistência; e, como o orgulho não se mistura ao combate, ele termina por alguns socos. O vencedor come e o vencido vai procurar fortuna noutra parte, e tudo está pacificado. Mas, no homem da sociedade, é tudo bem diferente; trata-se, primeiramente, de prover ao necessário, depois, ao supérfluo. Em seguida, vêm as delícias, depois as imensas riquezas, e depois súbditos e escravos. Não há um momento de descanso. O que há de mais original é que, quanto menos as necessidades são naturais e prementes, tanto mais as paixões aumentam, e o que é pior, o poder de as satisfazer. De sorte que, após longas prosperidades, depois de haver devorado muitos tesouros e desolado muitos homens, o meu herói acabará por tudo arruinar, até que seja o único senhor do universo. Tal é, abreviadamente, o quadro moral, senão da vida humana, pelo menos das pretensões secretas do coração de todo homem civilizado.

Comparai, sem preconceitos, o estado do homem civilizado com o do homem selvagem, e investigai, se o puderdes, como além da sua maldade, das suas necessidades e das suas misérias, o primeiro abriu novas portas à miséria e à morte. Se considerardes os sofrimentos do espírito que nos consomem, as paixões violentas que nos esgotam e nos desolam, os trabalhos excessivos de que os pobres estão sobrecarregados, a moleza ainda mais perigosa à qual os ricos se abandonam, uns morrendo de necessidades e outros de excessos; se pensardes nas monstruosas misturas de alimentos, na sua perniciosa condimentação, nos alimentos corrompidos, nas drogas falsificadas, nas velhacarias dos que as vendem, nos erros daqueles que as administram, no veneno do vasilhame no qual são preparadas; se prestardes atenção nas moléstias epidémicas oriundas da falta de ar entre multidões de seres humanos reunidos, nas que ocasionam a nossa maneira delicada do viver, as passagens alternadas das nossas casas para o ar livre, o uso de roupas vestidas ou despidas sem precauções, e todos os cuidados que a nossa sensualidade excessiva transformou em hábitos necessários, e cuja negligência ou privação nos custa imediatamente a vida ou a saúde; se puserdes em linha de conta os incêndios e os tremores de terra que, consumindo ou derrubando cidades inteiras, fazem morrer os habitantes aos milhares; em uma palavra, se reunirdes os perigos que todas essas causas acumulam continuamente sobre as nossas cabeças, sentireis como a natureza nos faz pagar caro o desprezo que temos dado às suas lições.

Jean-Jacques Rousseau, in 'Discurso Sobre a Origem da Desigualdade'
A Satisfação
Sentir que fazemos o que devemos fazer aumenta a consideração que temos por nós próprios; desfrutamos, à falta de outros motivos de contentamento, do primeiro dos prazeres - o de estar contente consigo mesmo... É enorme a satisfação de um homem que trabalhou e que aproveitou convenientemente o seu dia. Quando me encontro nesse estado, gozo depois, deliciadamente, com o repouso e os mais pequenos lazeres. Posso mesmo encontrar-me no meio das pessoas mais aborrecidas, sem o menor desagrado; a recordação do trabalho feito não me abandona e preserva-me do aborrecimento e da tristeza.

Eugène Delacroix, in 'Diário'


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

David Bowie - Blackstar

Uma viagem que nos levou através da genialidade,
excentricidade, mais um momento de indescritível saudade, depois de uma vida de
criatividade só ao alcance de alguns.
Não faleceu hoje mas sim sexta-feira, isto é, no dia em que
nasceu.
RIP.
Esta contínua saudade deixa um vazio à medida que um após
outro nos vão deixando.
Foi o que chamo de punch in the stomach.
Não faz dois meses que fiz aqui um post de antecipação ao
seu último trabalho que acabou de ser apresentado, ontem, Black Star.
Premonitório ou em última análise a consciência de que
estava de partida.



Um a um vão partindo, ou por outra vão mudando de lugar, de
sítio. Mas para que sítio vão, que lugar será esse. É também nosso certamente.
David Bowie



sábado, 2 de janeiro de 2016

Porcupine Tree - Way Out Of Here

O passado é história.

O futuro ainda não emergiu.

O aqui e agora é claramente a razão de tudo e de nada, pelo menos muito.

A existência fugaz, efêmera, de sentir, estar, querer e permanecer, ou fugir.





sábado, 26 de dezembro de 2015

Sinto-me grato feliz e leve.............................................

https://www.youtube.com/watch?v=e4X5z8AQc3s&feature=share


Sinto-me grato e feliz por isso.
Uma gargalhada da alma é como defino a minha gratidão quando algo excede as minhas expectativas, acredito mesmo que as pessoas com predisposição para a gratidão não dão nada por garantido e agradecer talvez seja a forma mais elevada de pensar e a alegria desta atitude duplica-se só em pensar agradecer.
A gratidão acontece, surge, dá-se também quando algo acontece para além das nossas expectativas assim quase como se não fosse merecida e embora não abdique da ideia, mas deixo espaço para outras leituras claro, de que as pessoas com predisposição para a gratidão são as que de facto sentem e acreditam na contínua dependência dos outros para se realizarem enquanto pessoas.
Não nos pertencemos, já o disse e a gratidão é assim uma espécie de dívida que só é paga depois de alguém nos fazer sentir que recebemos além das nossas expectativas, logo a gratidão é um sentimento reactivo pois a acção precedeu-o.
Sem acção a reacção não fará sentido, mas pergunto então qual será a sensação de agir em vez de reagir, será um duplo sentimento de gratidão?!
Quando pensamos que a natureza humana é boa e poderosa, não estando longe estamos desfasados, pois essa bondade e gratidão não existem no peso exacto e muito menos na medida certa que temos em dívida para com os outros.  

domingo, 13 de dezembro de 2015


Faço votos de que nesta época a tolerância, compreensão e amor pelo próximo não sejam pensamentos e palavras vãs.
Para todos os presentes e ausentes desejo uma época de Paz, um excelente Natal rodeados da família e dos amigos.

Que o ano de 2016 seja pleno nas aspirações profissionais e pessoais.

O sorriso e amizade 
serão sempre as estrelas que guiarão a alma e lhe darão conforto.